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Vídeo: A diferença entre o palpite de Tarcísio de Freitas e a precisão de Rafael Fonteles sobre o resultado da eleição

Tarcísio de Freitas, governador de SP (Republicanos) que chegou a afirmar que diploma não vale nada, resolveu colocar sua conta de comédia a serviço de uma aposta eleitoral com um cálculo estapafúrdio em que Flávio Bolsonaro venceria Lula por 53% a 47%. Uma previsão que revela muito sobre o ambiente político em que se movimentava e sobre a distância entre a bolha bolsonarista e a realidade brasileira.

Do outro lado, Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí (PT) com a maior votação do Brasil, um matemático,  com menos de 2% das urnas apuradas, cravou que Lula estava eleito. Não era uma aposta baseada em torcida ou em bravatas de ocasião, mas uma leitura política e matemática do cenário que se desenhava nas urnas.

O contraste é emblemático: de um lado, a confiança performática de quem transforma desejo em prognóstico; do outro, um grande matemático e a percepção de quem acompanhava o movimento real da eleição.

Tarcísio apostou nos números que gostaria de ver. Fonteles enxergou o que estava acontecendo.

No fim, a urna não se curva a bravatas, pesquisas de conveniência ou apostas de ocasião. A realidade eleitoral tem uma característica implacável: não aceita ser substituída pela fantasia de quem acredita na própria propaganda.


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Os Bolsonaro não são mais úteis para Trump

Exfiltração de Flávio Bolsonaro e isolamento geopolítico marcam o fim da aliança estratégica entre a extrema-direita brasileira e a Casa Branca

A reconstituição da fuga de Flávio Bolsonaro não deixa dúvidas do envolvimento ativo dos governos argentino e estadunidense na operação cinematográfica planejada com pelo menos duas semanas de antecedência numa típica missão de exfiltração do aliado de Javier Milei e Donald Trump.

Apesar da negativa do chefe do Departamento de Estado Marco Rubio, está confirmado que a remoção de Flávio e família do Brasil com traslado secreto para os EUA foi coordenada, executada e financiada diretamente desde a Casa Branca com envolvimento central do assessor presidencial Jason Miller.

Agentes dos EUA atuaram ilegalmente nos territórios brasileiro e argentino – além, obviamente, de assegurarem o ingresso do fugitivo na Flórida mesmo sem documentação válida.

Apesar da notória subserviência dos Bolsonaro às agressões estadunidenses ao Brasil, os elementos conhecidos até o momento ainda não são suficientes para se confirmar que os integrantes da família miliciana sejam agentes recrutados para atuarem pelos interesses de Donald Trump.

É possível, contudo, inferir que no mínimo os Bolsonaro estabeleceram com Trump uma associação por interesses recíprocos.

Flávio receberia apoio irrestrito do governo Trump para vencer a eleição para, com isso, se salvar de condenações criminais, indultar seu pai e outros criminosos da trama golpista e enterrar os escândalos bolsonaristas de corrupção – INSS, Master, Refit etc.

Em contrapartida, o eventual governo miliciano entregaria as riquezas nacionais, sobretudo as do subsolo, e a soberania do país aos EUA, passando a obedecer à potência imperial como um protetorado dócil e servil.

Com a vitória de Flávio, Trump seria retribuído com o domínio total do Brasil sem precisar executar uma operação militar custosa – em termos financeiros e geopolíticos – como a realizada na Venezuela.

Derrotados na eleição, os Bolsonaro perderam, também, a utilidade para Trump e sua política intervencionista na América Latina.

Flávio, seu irmão Eduardo e demais bolsonaristas radicalizados que fugiram para lá até terão liberdade e garantias provisórias de vida nos EUA enquanto durar o governo Trump, porém foram descartados das equações geopolíticas.

Sintoma disso é a ordem de Trump para Flávio Bolsonaro retirar da carta delirante o trecho em que ele se autodeclarava o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Sem outra opção, o fugitivo obedeceu prontamente. A ordem de Trump significa que Flávio não será “promovido” a Guaidó II; e, portanto, não será um instrumento útil da estratégia ingerencista dos EUA no Brasil.

Diferentemente do Guaidó caribenho, a ideia de inventar um Guaidó tupiniquim não tem absolutamente a mínima viabilidade, por algumas razões.

Em primeiro lugar, porque a interferência dos EUA na Venezuela tinha consenso bipartidário. Apesar de ilegal, na ocasião a medida foi apoiada decididamente por democratas e republicanos. E vários governos vassalos da potência imperial aprovaram aquela política aberrante, inclusive o de Jair Bolsonaro.

Além disso, a situação do Brasil no mundo é muito distinta da do ex-regime bolivariano. Sob a liderança de Lula, o país foi reconhecido como referência no enfrentamento exitoso da guerra tarifária.

Após o segundo turno, Lula recebeu o reconhecimento imediato da quase totalidade dos governos nacionais, inclusive os de orientação ultradireitista, com exceção dos de Trump, Milei e Netanyahu.

Por último, é bastante difundida a percepção de que Flávio integra um bando criminoso que foge da polícia e da justiça, e não é um perseguido político por uma ditadura, como alega a narrativa bolsonarista. Essa realidade repercute imensamente nos EUA, e deve prejudicar ainda mais o desempenho dos republicanos na eleição legislativa do próximo dia 3 de novembro, levando Trump a perder maioria no congresso estadunidense e enfraquecendo sua gestão desastrosa.

Não deixa de ser trágico que, enquanto os Bolsonaro são descartados por Trump e são isolados internacionalmente, no Brasil parcelas significativas do eleitorado e setores de uma lúmpen-burguesia dominante continuem reverenciando esses gângsteres enganadores.

*Do blog de Jeferson Miola

*Ilustração: Aroeira


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Depois de demolida pelas urnas, redes e ruas, direita fascista desenterra suas múmias mais sorumbáticas, como Janaína Paschoal

A direita bolsonarista está tão politicamente desidratada que, sem conseguir produzir uma liderança minimamente nova ou apresentar alguma ideia que não tenha cheiro de mofo, resolveu abrir seu próprio sarcófago político. Na falta de novidades, desenterra suas múmias mais sorumbáticas e as coloca novamente na vitrine, como se Janaína Paschoal fosse uma grande revelação e não uma reprise de um capítulo bastante conhecido da política brasileira com o golpe na presidenta Dilma Rousseff.

É o espetáculo da decadência em estado bruto. Depois de apostar todas as fichas no ódio, na gritaria, no golpismo e na fabricação industrial de inimigos, essa direita agora parece condenada a fazer arqueologia de si mesma. Vasculha o passado na lata do lixo, ressuscita personagens desgastados e tenta vender relíquias políticas como se fossem novidades de última geração.

Não há renovação, não há projeto, não há horizonte. Há apenas um ajuntamento de ressentimentos, oportunistas e personagens que parecem ter perdido o bonde da história, mas continuam disputando um lugar na locomotiva.

A cada nova tentativa de ressuscitação, fica mais evidente a dificuldade dessa turma de entender que o Brasil não é propriedade privada do bolsonarismo, muito menos um território condenado a consumir eternamente suas velhas figuras e suas velhas obsessões.

A extrema direita queria escrever o futuro do país, mas acabou transformada em antiquário político. Agora, desenterra suas múmias, tira o pó dos discursos e tenta convencer o Brasil de que defunto requentado é novidade. Não é. É apenas decadência com maquiagem.

A propósito, em 2026, Janaina Paschoal tentou a eleição para deputada federal, porém, teve apenas 46,7 mil votos, menos do que a quantidade recebida quando foi eleita vereadora. Em 2024, a candidatura de Janaína somou 48.893 votos de eleitores da capital paulista.


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Mídia corporativa segue de ressaca depois de seu pileque fascista

A mídia corporativa ainda tenta se recuperar da ressaca provocada pelo próprio pileque fascista. Depois de passar meses embriagada pelo discurso da extrema direita, tratando seus personagens como alternativas políticas e suas agendas como projetos de país, agora precisa encarar o resultado de suas próprias apostas.

O problema é que essa turma se acostumou a confundir poder econômico com autoridade política, manchetes com realidade e campanhas de desgaste com capacidade de determinar os rumos do Brasil. Apostou que poderia fabricar lideranças, administrar crises, escolher adversários e conduzir o debate público conforme os interesses dos seus patrocinadores.

Mas a realidade não obedece à pauta dos grandes jornais, nem se curva aos editoriais dos barões da comunicação.

Agora, entre uma tentativa de reabilitação e outra, a velha mídia procura disfarçar o constrangimento, muda o tom, recalcula o discurso e tenta vender como análise independente aquilo que ontem era torcida explícita.

A ressaca é grande porque o tombo também foi. E talvez a maior dificuldade dessa mídia seja admitir que perdeu não apenas uma aposta política, mas parte da credibilidade que imaginava ter o poder de impor ao país.

Depois de tanto brindar à extrema direita, chegou a hora de pagar a conta. E não adianta culpar o garçom pela ressaca de quem passou a noite bebendo o próprio veneno.


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Intervenção dos EUA na Argentina, voo recusado e 20 horas de carro: Clarín expõe bastidores da fuga de Flávio

A fuga do candidato derrotado rumo a Miami teria envolvido uma operação internacional com despistes e mudanças de plano, jornal argentino reconstrói a fuga e revela o que aconteceu longe das câmeras

Agentes de segurança supostamente ligados ao governo dos Estados Unidos teriam assumido temporariamente o controle de parte do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina, para organizar a fuga de Flávio Bolsonaro e sua família para Miami.

. O presidente Javier Milei também teria enviado seu principal assessor, Santiago Caputo, a Misiones, em uma missão confidencial para garantir o sucesso da operação.

Assinada por Nicolás Wiñazki, a reportagem apresenta novos detalhes sobre a participação norte-americana na saída do candidato derrotado à presidência do Brasil, que estava proibido pela Justiça de deixar o país. A reconstrução se baseia em fontes que participaram da trama e testemunhas diretas, mantidas sob anonimato.

Agentes afastaram policiais e funcionários argentinos
De acordo com o Clarín, representantes dos Estados Unidos afastaram integrantes da Polícia de Segurança Aeroportuária, além de funcionários da imigração e da alfândega. Os agentes coordenaram os procedimentos para a partida e garantiram o embarque da família no Gulfstream IV, matrícula LV-JQW, alugado à empresa Baires Fly por intermediários norte-americanos, segundo a Forum.

A família teria chegado ao aeroporto por uma entrada secreta, com acesso direto à pista, cerca de uma hora antes da caminhonete branca cuja chegada foi registrada pelas câmeras de televisão. Já dentro do avião, os Bolsonaro aguardaram mais de quarenta minutos pela autorização para decolar.

A ordem de Milei a Caputo, segundo a reportagem, era garantir tudo o que fosse necessário para que o plano funcionasse. O jornal também relata a preparação de “zonas liberadas” no aeroporto e nos arredores, além de canais de comunicação entre agentes de inteligência argentinos e estrangeiros.

Viagem de 1.600 quilômetro e voo recusado
O trajeto até a fronteira teria sido feito por terra: mais de 1.600 quilômetros entre Brasília e a região de Foz do Iguaçu, em uma viagem de mais de vinte horas. Segundo as fontes ouvidas pelo Clarín, veículos coordenados pelos Estados Unidos deram apoio ao deslocamento.

A alternativa rodoviária foi adotada depois que o proprietário de um jato particular se recusou a transportar a família. A decisão ocorreu após a divulgação da proibição judicial de que Flávio saísse do Brasil.

Para dificultar um eventual acompanhamento, seis veículos partiram, um atrás do outro, da residência da família em Brasília. O jornal questiona como o comboio conseguiu percorrer uma distância tão longa sem ser detectado pela polícia brasileira.

Vários jatos e alternativa pelo Paraguai
A operação teria mobilizado pelo menos três, possivelmente quatro jatos particulares. As aeronaves foram posicionadas para oferecer alternativas de saída caso o plano principal fracassasse, incluindo uma opção pelo Paraguai.

O Clarín descreve movimentações entre aeroportos argentinos, os Estados Unidos e Assunção. Segundo a reportagem, um dos aviões com matrícula norte-americana apresentou um plano de voo enganoso, e a movimentação também serviu para desviar a atenção da rota efetivamente utilizada pela família.

O texto cita ainda uma revelação do The New York Times, que apontou Jason Miller, da área de comunicação da administração Trump, como organizador de parte da missão.

A participação norte-americana passou a ser alvo de questionamentos de parlamentares democratas. Eles enviaram perguntas ao secretário de Estado, Marco Rubio, sobre o apoio da Casa Branca e a atuação de funcionários dos EUA no Brasil, na Argentina e no Equador, onde o avião fez escala. O prazo estabelecido para as respostas é 13 de novembro.


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Lula impôs duas derrotas consecutivas ao fascismo paratatá

Ao fim e ao cabo, Lula impôs duas derrotas consecutivas ao fascismo paratatá. Bolsonaro perdeu duas eleições seguidas para Lula e assistiu, impotente, ao projeto político que construiu em torno do ódio, da mentira e da perseguição ser derrotado nas urnas.

A história reservou a Bolsonaro uma ironia difícil de engolir: depois de transformar Lula em seu principal adversário, passou a vida política tentando derrotá-lo e terminou acumulando duas derrotas consecutivas para o mesmo homem. Não conseguiu dar o troco, não conseguiu reverter o resultado e tampouco conseguiu impedir que Lula seguisse ocupando o centro da política brasileira.

O bolsonarismo apostou na intimidação, no ressentimento, na desinformação e na destruição dos adversários. Acreditou que o ódio seria uma força eleitoral inesgotável. Mas encontrou um limite nas urnas.

Bolsonaro queria entrar para a história como o homem que derrotou Lula. Acabou marcado como aquele que perdeu duas vezes para ele. E, dessa vez, não haverá revanche eleitoral. A conta chegou, e a história não costuma oferecer prorrogação para quem se recusa a aprender com as próprias derrotas.

Dois fatos inéditos nas duas vitórias de Lula sobre Bolsonaro: Bolsonaro é o primeiro presidente da Repúbica a não se reeleger ao perder para Lula. Lula, por sua vez, inaugurou uma virada histórica no segundo turno.


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Dark Horse caiu do galho junto com a derrota de Flávio Bolsonaro

O filme Dark Horse parece ter perdido o cavalo antes mesmo da estreia. Caiu do galho junto com a derrota de Flávio Bolsonaro. Pelo visto, a produção apostou tanto no personagem que esqueceu de combinar o roteiro com a realidade. Agora, sem o embalo político do clã, o filme corre o risco de ir para um lugar que ninguém queria, para a lata do lixo. Até o cavalo pediu para sair de cena!.

Parece que o destino resolveu antecipar a crítica cinematográfica: o lançamento do filme Dark Horse perdeu o embalo justamente quando Flávio Bolsonaro perdeu o seu. Uma coincidência e tanto para uma produção que, ao que tudo indica, apostava no ambiente político do bolsonarismo para ganhar projeção. Ganhou muitos escândalos a derrota.

O problema é que o roteiro da vida real resolveu atropelar o roteiro do cinema. O personagem que deveria funcionar como combustível para a promoção do filme acabou associado a uma derrota política que deixou pelo caminho boa parte da estrutura de sustentação do clã Bolsonaro.

Agora, os produtores terão de descobrir como vender um filme cuja principal aposta de marketing perdeu o protagonismo. Afinal, não é todo dia que uma produção cinematográfica precisa enfrentar uma crise de bilheteria antes mesmo de chegar às salas de exibição.

O cavalo, que deveria representar uma promessa de sucesso, acabou despencando do galho junto com seu padrinho político. E o mais curioso é que nem precisou de crítica especializada: a realidade já fez a primeira sessão, e o público jamais comprará o ingresso.

O personagem principal do filme continuará preso, o “patrocinador”, idem e o captador de recursos fugiu para não ser ser preso. A realidade é que ganhou projeção.


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A nova decisão de Moraes sobre minuta do golpe

Ministro analisou pedidos relacionados a materiais apreendidos durante as investigações sobre a trama golpista

Oministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de devolução da “minuta do golpe” e determinou que o documento permaneça sob a guarda da Polícia Federal (PF) como prova na investigação sobre a tentativa de subverter o resultado das eleições de 2022.

No despacho desta sexta-feira (30), Moraes classificou o texto como “elemento de prova relevante para a persecução penal” e também ordenou o perdimento e a destruição de armas apreendidas com o ex-ministro Anderson Torres e dois ex-coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), todos condenados pelo STF por participação na trama golpista.

Segundo Moraes, o documento “constituiu elemento de prova relevante para a persecução penal” e, por isso, deve permanecer sob custódia da Polícia Federal enquanto houver interesse processual.

O ministro também definiu o destino de outros materiais apreendidos durante as investigações.

Dois passaportes continuarão retidos como prova, enquanto armas, munições e outros objetos deverão ser destruídos.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado favoravelmente à destruição das armas, posição acolhida por Moraes.

Moraes determina destruição de armas apreendidas
Na mesma decisão, Moraes decretou o perdimento e a destruição de armas, carregadores e munições apreendidos com Anderson Torres e com os ex-coronéis da PMDF Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da corporação, e Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, diz a Forum.

Entre os materiais que deverão ser destruídos estão duas pistolas Glock, um revólver calibre .357 Magnum, uma pistola institucional da PMDF e mais de 200 munições de diferentes calibres.

A Polícia Federal terá prazo de 48 horas para encaminhar o material à destruição e deverá comprovar o cumprimento da determinação nos autos do processo.

Vieira e Bezerra foram condenados a 16 anos de prisão por omissão da cúpula da Polícia Militar diante da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

Já Anderson Torres foi condenado pela Primeira Turma do STF a 24 anos de prisão por participação na trama golpista.

Além de ministro da Justiça no governo Bolsonaro, Torres também ocupou o cargo de secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.


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