Lula aparece, no mesmo Datafolha, no primeiro turno, com 41% das intenções de votos, e Flavio com 31%.
A pesquisa reflete algo que ainda vai piorar muito para Flavio e, quando afirmamos muito, a coisa se dá a partir dos próprios agregados políticos de Flavio Bolsonaro, que partiram para o despudor de assumir que ele é um marginal, mas o antipetismo pode fazer careta, porém, tem que engolir o mega vigarista do clã de vigaristas contra ocomunismodoPT, porque é a única coisa que sobrou dessa chanchada fascista,
Lógico que Vorcaro é o ponto de maior desgaste do seu irmãozão Flavio, mas muita coisa ainda rolará, incluindo a proteção de Mendonça com o filho do seu eterno patrão por uma nítida dívida de gratidão.
Sem falar que, em pleno desespero, o círculo mais próximo de Flavio assume um podcast de que ele é um mega vigarista, mas na realidade, é melhor que ele vença para varrer o “esquerdismo” da face da terra. A coisa está nesse nível.
Lula abre 10 pontos sobre Flavio, mas não se iludam, a distância tem tudo para aumentar.
Seja como for, o Datafolha mostra um desenho daquilo que se sente nas ruas, por conta do cinismo corrupto de Flavio, confirmadíssimo pelo sincericídio cômico de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews.
E lembrem-se que Valdemar sabe muito do riscado, tanto que cantou a pedra sobre a corrupção de Alcolumbre antes do parrudo dançarino, que comanda o Senado, ser defenestrado pela descoberta de que recebeu de Vorcaro um agrado de mais de R$ 150 milhões.
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Ninguém é ministro da Justiça de Bolsonaro impunemente, e este é um caso de importância estratégica para entender por que André Mendonça dorme em cima da papelada que virou notícia no Intercept, tirando o sossego de Flavio.
Sim, o bolsonarismo é uma pensão institucional para André Mendonça. Foi ministro da Justiça e, depois, ministro do STF pelas mãos do pai de Flavio, Jair Bolsonaro.
Nessa situação que envolve o senador Jaques Wagner, Mendonça foi o maestro e colocou uma questão no centro do debate nacional com uma pergunta, senador por senador, tanto Jaques Wagner quanto Flavio Bolsonaro estão no mesmo plano institucional.
Não é preciso ser observador para entender que, tão cedo, Mendonça comandará qualquer ação da PF para dar um tranco no vigarista 01.
Atitudes como essa, que refreiam qualquer ação contra Flavio, fazem com que mais de meio país entenda que, se o papel de Mendonça é o de proteger Flavio, é porque tem material de sobra na sua mesa para ele esconder e, portanto, blindar Flavio na justiça, mas não de sua desgraça política.
Ou seja, a situação geral, fora do analfabetismo bolsonarista, é que isso estraga cada vez mais a imagem de um sujeito que nunca prestou e que dane-se a bondade de Mendonça com Flavio. Ele continuará cheio de angústias, porque até a banda mais podre do bolsonarismo assume publicamente que o rachadinha da fábrica de chocolate, das mansões e de uma cadeia de imóveis, inclusive em território comandado pela milícia, engasgou sua campanha.
Ao fim e ao cabo, no entanto, essa displiscência inadvertida de Mendonça com os crimes de corrupção de Flavio, acaba se constituindo num chicote que estala na própria bunda do protegido.
Esse tipo de comportamento de Mendonça, suicida de vez a campanha de um cara reonhecidamente vigarista até pelos pares.
Ao invés de salvar o defunto político, André Mendonça, com essa atitude de Corte de província, joga ainda mais terra em sua cova.
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Publicação exalta a introdução orquestral de 28 segundos da canção
O jornal The New York Times elegeu o Hino Nacional Brasileiro o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. A matéria, publicada nesta sexta-feira (19) e assinada pelo jornalista Tim Spiers, traz tons de crítica musical com pitadas de humor.
A publicação exalta, principalmente, a “gloriosa introdução orquestral de 28 segundos” do nosso hino nacional.
“Dura quase dois minutos e, ainda assim, não é suficiente. Tem um monte de palavras cantadas muito rápido em sua maior parte, sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma terra amada, mas o ponto alto é, sem dúvida, a gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornal.
Em meio a elogios, o texto ainda lembra a execução do Hino Nacional na Copa de 2014, quando torcida e jogadores cantaram a plenos pulmões cada verso. Porém, após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o momento perdeu o brilho e ganhou tons de desespero na imprensa esportiva brasileira.
“Para a partida contra Marrocos, não houve o choro e o melodrama que vimos antes da semifinal, em casa, em 2014, mas provavelmente foi melhor assim”, brincou.
Curiosamente, o último colocado no ranking do NY Times é justamente o hino da Inglaterra, Deus Salve o Rei. A Inglaterra é o país onde a editoria de esportes do jornal – The Athletic – está baseada. “É terrível. A música se arrasta imperdoavelmente e a letra, ao contrário de qualquer outro hino desta lista, é sobre um homem velho”.
Os cinco mais belos hinos dos países participantes da Copa, segundo o jornal, são, na ordem: Brasil, França, Colômbia, Portugal e Escócia.
Hino do Brasil O Hino Nacional Brasileiro foi composto por Francisco Manoel da Silva em abril de 1831, inicialmente sem letra.
“Uma vez proclamada a República, convocou-se concurso para substituir esse Hino por outro, próprio para a nova organização política. No entanto, o apego popular à melodia do velho hino não deixou alternativa à sua manutenção”, relata o Ministério das Relações Exteriores, em sua página oficial.
Os versos, compostos por Osório Duque Estrada, foram incluídos de forma oficial em 6 de setembro de 1922.
Ranking do NY Times:
Brasil
França
Portugal
Colômbia
Escócia
Equador
Argentina
Egito
Uruguai
Bósnia e Herzegovina
Estados Unidos
RD Congo
Curaçao
Coreia do Sul
Costa do Marfim
]Panamá
Canadá
México
Haiti
Irã
África do Sul
Japão
Marrocos
Iraque
Turquia
Austrália
Tchéquia
Tunísia
Senegal
Suécia
Argélia
Paraguai
Suíça
Cabo Verde
Noruega
Uzbequistão
Arábia Saudita
Bélgica
Gana
Croácia
Holanda
Catar
Áustria
Nova Zelândia
Alemanha
Espanha
Jordânia
Inglaterra
*ICL
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não enxerga limites para o próprio poder após a assinatura de um acordo com o Irã que recuou de várias das exigências apresentadas inicialmente por Washington.
Em entrevista ao programa “The Axios Show”, divulgada na quinta-feira (18), Trump foi questionado pelo jornalista Marc Caputo sobre o que teria aprendido “sobre o exercício do poder ou os limites do poder” após o conflito envolvendo os dois países.
“Eu ainda não aprendi essa lição. Eu sei que existem limites, mas não há limites. Nós os derrotamos totalmente do ponto de vista militar”, respondeu o presidente americano.
A declaração veio após Trump abandonar a exigência de uma “rendição incondicional” do Irã e aceitar um memorando de entendimento que prevê a criação de um fundo de US$ 300 bilhões para a reconstrução do país persa e abre caminho para o fim de sanções econômicas. Em troca, o acordo não impõe restrições significativas ao programa nuclear iraniano.
A visão de Trump sobre poder também aparece em um novo livro dos jornalistas Maggie Haberman e Jonathan Swan, chamado “Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump” (“Mudança de Regime: Por Dentro da Presidência Imperial de Donald Trump”).
Segundo os autores, o presidente costuma exibir um documento que sustenta a tese de que ele seria mais poderoso do que figuras históricas como Alexandre, o Grande, Gêngis Khan, Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler. DCM.
De acordo com o relato do livro, Trump argumenta que os grandes conquistadores do passado não dispunham dos meios de transporte e comunicação modernos. “Eles não tinham aviões, certo? Você não podia viajar por aí”, teria dito ao comentar sobre Alexandre, os Césares romanos e Guilherme, o Conquistador.
Os autores também afirmam que Trump demonstrava aparente satisfação ao se comparar a líderes autoritários como Mao Tsé-Tung, Adolf Hitler e Josef Stalin.
Na quinta-feira, o presidente americano publicou um documento em sua rede social do historiador Dave King. Entre comparações com conquistadores históricos e declarações de que seria “o chefe” dos demais líderes do G7, Trump reforçou uma concepção de poder absoluto baseada na capacidade de impor sua vontade a outras nações, invadindo, bombardeando e estuprando os povos.
🔋 EXCLUSIVE: On the next episode of The Axios Show, President Trump tells @marcacaputo that in the aftermath of the Iran war, there are "no limits" to his power. pic.twitter.com/QrNPh3wPX1
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Happy African American teacher holding a class and pointing at student with raised arm who wants to answer the question.
Lei altera também regra para reajuste anual
O governo federal sancionou nesta sexta-feira (19) lei que fixa em R$ 5,1 mil o novo piso salarial para profissionais da educação básica. A atualização representa aumento de 5,4% em relação aos R$ 4.867,77 pagos em 2025.
O percentual representa ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%. A medida é válida para professores com jornada de 40 horas semanais e produz efeitos financeiros a partir de janeiro de 2026.
O texto também amplia a definição de profissionais do magistério, incluindo aqueles que atuam em funções de apoio pedagógico, como direção, planejamento, supervisão e coordenação educacional.
Base no INPC Pelas novas regras, o piso será atualizado todos os anos por ato do Ministério da Educação, publicado até o último dia útil de janeiro. O cálculo do reajuste passará a considerar a soma de dois indicadores:
Variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC); Metade da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) nos cinco anos anteriores.
A lei também estabelece limites para a correção anual. O reajuste não poderá ser inferior à inflação medida pelo INPC, nem superior à variação das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, incluindo as complementações da União. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%.
Outra mudança importante é a exigência de maior transparência. O Ministério da Educação deverá divulgar, anualmente, a memória de cálculo utilizada na atualização do piso, com dados detalhados sobre receitas, metodologia e série histórica, em plataforma de dados abertos.
Financiamento A norma reafirma que o financiamento do piso salarial terá como base os recursos vinculados à educação previstos na Constituição, especialmente aqueles relacionados ao Fundeb. O texto destaca que a valorização dos profissionais deve respeitar os pisos mínimos de investimento em educação estabelecidos na legislação.
Além dos professores da educação básica, estão contemplados profissionais contratados temporariamente e aqueles que atuam na educação infantil, reconhecendo a integração entre as atividades de cuidar, brincar e educar.
*Agência Brasil
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Repasses na folha de militares e pensionistas do Exército repasses seguiram após liquidação bancária.
Documentos obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) mostram que o Banco Master movimentou cerca de R$ 354 milhões em empréstimos consignados descontados na folha de militares e pensionistas do Exército entre outubro de 2020 e abril de 2026. Os registros revelam ainda que o credenciamento da instituição foi renovado pelo Comando do Exército em janeiro de 2025, poucos meses antes de o Banco Central decretar sua liquidação extrajudicial.
As informações foram encaminhadas pelo Centro de Pagamento do Exército (CPEx) e abrangem operações vinculadas ao Banco Máxima e ao Banco Master.
O pico da operação ocorreu em 2022, quando os descontos ultrapassaram R$ 110 milhões ao longo do ano. Em alguns meses, mais de 12 mil beneficiários tiveram parcelas de empréstimos vinculadas ao banco descontadas diretamente em folha.
Renovação antes da liquidação Em 15 de janeiro de 2025, o Comando do Exército assinou um termo aditivo prorrogando por mais dois anos o contrato de credenciamento do Banco Master para operar empréstimos consignados junto a militares e pensionistas. A vigência foi estendida até 14 de janeiro de 2027.
O ato, posteriormente publicado no Diário Oficial da União, teve como fundamento o Parecer Referencial nº 2/2024 da Consultoria Jurídica do Exército.
Menos de um ano depois, em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição. Na decisão, a autoridade monetária apontou comprometimento da situação econômico-financeira do banco, deterioração da liquidez, infrações às normas do sistema financeiro e descumprimento de determinações regulatórias.
A proximidade entre a renovação contratual e a intervenção levanta questionamentos sobre os critérios adotados pelo Exército para manter o credenciamento da instituição. Em respostas a pedidos feitos via LAI, a Força não apresentou documentos que demonstrassem eventual análise da situação financeira do banco antes da assinatura do aditivo nem esclareceu quais avaliações embasaram a decisão.
R$ 110 milhões em um único ano Os dados do CPEx mostram a relevância da operação dentro da folha militar.
Em 2022, os descontos relacionados ao Banco Master somaram R$ 110,4 milhões. Apenas em setembro daquele ano, o valor mensal chegou a R$ 10,5 milhões, alcançando 12.778 CPFs.
Em 2023, os descontos totalizaram R$ 83,7 milhões. Já em 2024, o volume ficou em aproximadamente R$ 41 milhões.
Ao longo do período analisado, foram registrados mais de 30 mil contratos vinculados ao banco, concentrados principalmente entre pensionistas e militares veteranos. De acordo com Cleber Lourenço, ICL, os números indicam que a instituição mantinha participação expressiva no mercado de consignados da Força.
Repasses continuaram após a intervenção Após a liquidação extrajudicial, o Exército rescindiu unilateralmente o contrato de credenciamento do Banco Master e bloqueou a instituição para novas operações no sistema de consignações.
Os contratos já existentes, porém, permaneceram ativos. Segundo o CPEx, os descontos continuariam sendo realizados nos contracheques dos militares e pensionistas e os valores seriam repassados até a quitação dos empréstimos contratados antes da intervenção.
A reportagem questionou o Comando do Exército sobre os critérios utilizados para renovar o contrato em janeiro de 2025, se houve análise específica da situação econômico-financeira do Banco Master antes da prorrogação. Até o fechamento desta reportagem, não houve resposta.
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Empresas sustentam que Moraes ‘não compareceu, respondeu, solicitou prazo adicional ou apresentou qualquer defesa’
A Rumble e a Trump Media, empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediram nesta quinta-feira (18) que a Justiça da Flórida reconheça formalmente que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), não apresentou defesa dentro do prazo previsto em uma ação movida pelas companhias contra ele.
A medida representa um passo preliminar para um eventual julgamento à revelia. As empresas afirmam que Moraes foi citado por email em maio, por meio de um procedimento alternativo autorizado pela própria corte, e que o prazo para resposta terminou em 15 de junho sem manifestação do ministro.
Segundo os advogados da Rumble e da Trump Media, os documentos da ação foram enviados por meio de dois emails. Embora uma das mensagens tenha retornado com aviso de que a caixa não estava habilitada para receber emails, os autores afirmam ter recebido confirmação de entrega da mensagem enviada ao endereço vinculado ao gabinete do ministro.
Na petição, as empresas sustentam que Moraes “não compareceu, respondeu, solicitou prazo adicional ou apresentou qualquer defesa” após a citação. Com base nisso, pedem que a secretaria da corte registre formalmente o descumprimento do prazo processual pelo réu.
O pedido foi apresentado três dias após a AGU (Advocacia-Geral da União) ingressar no processo. A Rumble argumenta que a iniciativa do governo brasileiro não impede o reconhecimento de que Moraes deixou transcorrer o prazo sem apresentar defesa.
Ao anunciar a medida, a AGU afirmou que a ação representa uma tentativa de submeter atos praticados por um integrante da Suprema Corte brasileira à jurisdição de um tribunal estrangeiro, o que configuraria afronta à soberania nacional e à independência do Judiciário.
Na manifestação protocolada nesta quinta, porém, os advogados da Rumble afirmam que a atuação do governo brasileiro não substitui uma resposta de Moraes. Segundo eles, a República Federativa do Brasil não representa o ministro individualmente no processo e não possui autoridade para responder em seu nome.
Os autores destacam ainda que, embora o governo brasileiro tenha pedido para intervir na ação e solicitado seu arquivamento, Moraes não apresentou defesa própria nem pediu prorrogação do prazo para se manifestar.
A medida solicitada pelas empresas não encerra o processo nem representa uma vitória automática dos autores. Caso o pedido seja aceito, a ação seguirá para uma nova fase processual, na qual a Rumble e a Trump Media poderão buscar uma decisão favorável com base na ausência de defesa apresentada pelo réu.
A disputa judicial teve início após a Rumble e a Trump Media contestarem decisões de Moraes relacionadas à moderação de conteúdo e ao bloqueio de contas em plataformas digitais.
Em 22 de maio, a Justiça dos EUA autorizou a citação do magistrado por email. Segundo a decisão, foram frustradas as tentativas de notificação formal por meio de cooperação internacional entre os dois países. Com a citação efetivada, passa a correr prazo de 21 dias para apresentação de resposta, sob pena de decretação de revelia.
As empresas alegam que as determinações do ministro produzem efeitos nos Estados Unidos e violam garantias previstas na Constituição americana.
*ICL
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Investigação da Polícia Federal mostrou mensagens em que o ex-banqueiro afirma estar sendo ameaçado por ex-funcionária da atriz
Segundo um dos relatórios preliminares divulgados nesta terça-feira (16) pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-banqueiro Daniel Vorcaro mandou “moer” uma empregada da atriz Monique Alfradique em fevereiro de 2025 por suposta ameaça.
O pedido foi feito durante troca de mensagens entre Vorcaro e Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário” e responsável pelo grupo A Turma, que coletava informações de pessoas consideradas “desafetos” do ex-banqueiro.
Após encaminhar o nome da funcionária com seu número de telefone, o ex-banqueiro escreveu para o sicário: “Empregada monique (sic) me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda”.
Após as mensagens, Mourão encaminha um arquivo com dados pessoais e uma foto da mulher. Apesar de aparecer na petição, os investigadores não detalham os motivos da ameaça feita pelo ex-dono do Banco Master nem confirmam se ele seguiu em frente com a ameaça.
A ameaça não foi um episódio isolado. A peça também mostra outros registros em que o ex-banqueiro manda cometer violência contra terceiros. O mesmo documento que apresenta a intimidação para a empregada de Monique também mostra outras coações para um chefe de cozinha e um capitão do barco de Vorcaro por exemplo.
O ex-banqueiro tinha um grupo apelidado de “A Turma”, que era responsável pela obtenção ilegal de informações sigilisas a fim de coagir e ameaçar pessoas consideradas prejudiciais para a suposta organização criminosa.
Segundo as investigações, Mourão, citado anteriormente, era o responsável pela “execução de atividades de obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado”. Ele costumava ser acionado pelo próprio Daniel Vorcaro para ir atrás de dados e realizar os pedidos do ex-banqueiro, como feito com a empregada.
A CNN entrou em contato com a assessoria da atriz que afirmou que desconhece qualquer ameaça nesse contexto.
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Com recuos expressivos em 2024, país soma 8,6 milhões de pessoas fora da pobreza e 1,9 milhão que deixou a extrema pobreza, impulsionado por empregos e programas sociais
Após os primeiros dois anos de governo Lula, o Brasil registrou, no final de 2024, o menor nível já observado de pobreza e extrema pobreza desde o início da série histórica do IBGE. A proporção de pessoas em extrema pobreza caiu de 4,4% para 3,5%, uma redução de 1,9 milhão de brasileiros vivendo com menos de US$ 2,15 por dia. Já a pobreza recuou de 27,3% para 23,1%, retirando 8,6 milhões de pessoas dessa condição.
Trata-se do terceiro ano seguido de melhora, impulsionada pelo mercado de trabalho mais aquecido e pelo reforço de programas sociais, segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta quarta-feira (3).
Pobreza volta a patamar pré-pandemia e rompe pico de 2021
O levantamento mostra a trajetória recente marcada pelo choque da pandemia de covid-19. Depois de atingir 36,8% da população em 2021 — o pior momento da série — a taxa vem caindo consistentemente: 31,6% em 2022, 27,3% em 2023 e 23,1% em 2024, de acordo com o Vermelho.
A queda reflete tanto a recuperação do emprego quanto a ampliação das transferências de renda. Em 2020, o Auxílio Emergencial reduziu temporariamente a pobreza; em 2021, com valores menores e menor cobertura, o indicador voltou a subir. O reaquecimento econômico e a retomada de benefícios mais robustos a partir de 2022 consolidaram a reversão.
Impacto decisivo dos programas sociais
O IBGE ressalta que, sem programas como Bolsa Família e BPC, a extrema pobreza no país seria quase três vezes maior, saltando de 3,5% para 10%. A pobreza, hoje em 23,1%, subiria para 28,7%.
O reforço no Bolsa Família e a inclusão de novos grupos beneficiários foram determinantes para a melhora. No segundo semestre de 2022, o Auxílio Brasil passou a pagar R$ 600 — valor mantido na retomada do Bolsa Família em 2023.
Regiões Norte e Nordeste seguem mais vulneráveis
Mesmo com avanços gerais, persistem grandes desigualdades territoriais. As taxas de pobreza e extrema pobreza continuam mais altas no Norte e Nordeste:
Pobreza (2024)
Nordeste: 39,4%
Norte: 35,9%
Brasil: 23,1%
Sul: 11,2%
Extrema pobreza (2024)
Nordeste: 6,5%
Norte: 4,6%
Brasil: 3,5%
Segundo o IBGE, as regiões mais pobres sofrem maior vulnerabilidade no mercado de trabalho, o que aprofunda as distâncias históricas.
Desigualdade racial continua marcante
Os indicadores expõem disparidades profundas entre brancos, pretos e pardos. A proporção de pobres entre pessoas brancas é de 15,1%, enquanto chega a 25,8% entre pretas e 29,8% entre pardas. A renda dos trabalhadores brancos supera em 65,9% a de pretos e pardos, diferença presente em todos os níveis de escolaridade.
Desigualdade de renda tem menor Gini da série
O Índice de Gini, que mede desigualdade de renda, caiu de 0,517 para 0,504 — o menor já registrado desde 2012. Sem os programas sociais, porém, o indicador teria subido para 0,542, mostrando que grande parte do equilíbrio obtido depende das políticas de transferência de renda.
Mercado de trabalho melhora, mas desigualdades insistem
O país atingiu em 2023 o maior número de pessoas ocupadas desde 2012: 100,7 milhões. Mesmo assim, as desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho permanecem:
Mulheres seguem com rendimento-hora 12,6% menor que o dos homens.
Trabalhadores brancos ganham 67,7% mais por hora que pretos e pardos.
A informalidade atinge 45,8% dos trabalhadores pretos e pardos, contra 34,3% entre brancos.
Jovens fora da escola e do trabalho atingem menor nível
O Brasil registrou também o menor contingente de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham desde 2012: 10,3 milhões, ou 21,2% do total. Ainda assim, desigualdades de gênero e raça são evidentes: mulheres pretas ou pardas representam 45,2% desse grupo.
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Pastor carioca criticou a candidatura presidencial do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro
iante dos escândalos em torno do nome de Flávio Bolsonaro (PL), o pastor Silas Malafaia tem recalculado sua rota eleitoral e buscado se afastar da pré-candidatura presidencial do senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ao ser questionado durante uma entrevista sobre a escolha do nome de Flávio Bolsonaro, Malafaia lavou as mãos e disse que “não passa a mão na cabeça de corrupto de direita” e que nunca foi “próximo” do senador.
“Não teve conversa, não teve conversa partidária, não teve conversa com ninguém. O Flávio foi e disse: ‘Meu pai disse que eu sou o candidato’. Então, o corrupto da direita a gente passa a mão na cabeça e o corrupto da esquerda a gente arrebenta. Que princípio de caráter é o nosso? […] Eu sempre fui muito chegado a Bolsonaro e Michelle; aos filhos, não. Nunca tive relacionamento chegado nem com Carlos, nem com Eduardo, nem com Flávio. Eu nunca tive relacionamento com eles, para ser bem honesto.”
Malafaia se desespera com queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, diz que o nome dele era Tarcísio e que "nunca foi próximo dos filhos de Bolsonaro"!
Malafaia descarta filhos de Bolsonaro e aponta novo líder da direita O pastor Silas Malafaia afirmou, durante entrevista a um podcast, que o legado político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não será levado adiante por nenhum de seus filhos, mas por outra pessoa.
Quando questionado sobre quem seria, então, esse novo líder da direita brasileira, Malafaia respondeu sem titubear: Nikolas Ferreira.
A declaração de Silas Malafaia expõe um profundo racha no núcleo duro do bolsonarismo, que se estabeleceu desde o anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O pastor, o deputado Nikolas Ferreira e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro são acusados de não dar suporte ao nome do filho 01 na disputa pelo Palácio do Planalto.
“Nikolas é o futuro. Na minha visão, Nikolas é o futuro. Ele está amadurecendo, está crescendo… já fiz críticas a ele, críticas pessoais […] estou falando da minha concepção. Para mim, não vai ser um filho do Bolsonaro que vai ser herdeiro de Bolsonaro […] o herdeiro [de Jair Bolsonaro] chama-se Nikolas.” Forum.
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