O exército de robôs nas redes em defesa de Flavio Bolsonaro sobre o fim do Pix e a entrega das terras raras brasileiras a Trump, terá que caricaturar uma saída ou um labririnto para desdizer o que disse o apito de cachorro da campanha de Flavio.
Inacreditavelmente, Eduardo Bolsonaro confessa, ao estilo “exame de consciência”, que seria bom para o Brasil que entregasse as terras raras e, junto, acabasse com o Pix e assumisse o que ele classifica como algo paralelo, um sistema americano para dar lucro à banqueirada Tio Sam.
Mais do que tudo, espanta o sujeito dizer isso sem corar a bochecha, o que deixa absolutamente claro que isso, às escondidas, já vem sendo nutrido nessa relação promíscua entre Flavio, Eduardo, com Marco Rubio e Trump.
Só faltou dizer uma coisa, o que Eduardo o tempo todo, praticou quando seu pai foi presidente, que é se distanciar comercial e diplomaticamente da China para se submeter às ordens de Whasington, coisa que, aliás, Flavio repete em 2026, dizendo que entegaria as terras raras brasileiras ao governo Trump para dar uma vantagem aos EUA em relação à China.
O troço chegou a um nível tal de vulgaridade como estratégia política, na tentativa de produzir influência inimaginável de Trump, a favor de Flavio, na eleição brasileira.
O fato é que a declaração de Flavio nesta quarta (3) está sendo considerada por analistas políticos como o último prego no caixão da candidatura de Flavio.
Não só isso, Flavio está sendo trocado por Michelle até em podcasts de mercenários bolsonaristas, o que certamente rflete o que rola nos bastidores em torno da campanha de Flavio.
O ponto é o mesmo, o sobrenome de Michelle (Bolsonaro). Ou seja, a coisa sai da subintenção para a estratégia concreta de sobrevivência do clã.
Nnguém pode afirmar que é cedo, para o animal que comanda a tropa, tirar o filho e colocar a esposa, já que não tem outro filho para colocar no lugar.
Não é a glória, mas é o que Bolsonaro tem para fixar seu nome como líder da direita, independente de vencer ou não as eleições.
A verdade é que a candidtura de Flavio, babou. Não tem autoridade sequer para acessório de Bolsonaro entre os pares, que fará para o povo brasileiro.
Pior, ao invés de se desinfetar e infetar o próprio PL, Flavio, tudo indica, terá tsunamis ainda maiores contra si, vindo de Vorcaro ou coisa que o valha.
Já no entreguismo com sua sabujice a Trump, Eduardo entregou a rapadura, dizendo que o Brasil só ganharia se entregasse as terras raras aos EUA e desaparecesse com o Pix.
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