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Política

Sabujo pré-datado

Flavio Bolsonaro é o campeão de escândalos, seja de corrupção, de entreguismo ou de surubas, mas se diz cristão, patriota e combatente do crime organizado.

Claro, nada fala de suas ligações com gente do CV e muito menos da milícia. Ainda assim, o sujeito não fica mais de 24 horas sem produzir um novo escândalo.

Aqui não falamos de insinuações, mas de fatos concretos, do seu convívio amável com tudo o que ele diz combater.

A mais recente desse vigarista é a tentativa de empurrar a tarifa EUA contra o Brasil, que ele e Eduardo defenderam diretamente com Trump.

Vendo que ateou fogo na própria campanha presidencial e, com isso, fortaleceu Lula, Flavio teve a ideia genial de pedir para Trump esperar passar as eleições para tarifar o Brasil,

Ou seja, o sujeito é um pesadelo para o povo brasileiro, e faz tudo isso sem corar tal o cinismo do vigarista.

Ja vimos de tudo em termos de traição, mas traição pré-datada, nem no cinema. Mas é exatamente isso que Flavio, em sua carta a Trump, suplica, tarife os produtos brasileiros depois da eleição, assim você terá um aliado fiel, determinado a cumprir suas ordens, caso seja eleito.

É esse desclassificado americanófilo que, junto com sua tropa, jura lealdade à bandeira norte-americana. E o sabujo rastejante termina a carta com um “Deus salve a América!”


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Brasil Mundo

Trump transforma a Casa Branca em pirâmide bilionária: A mesma fábrica de corrupção que a família Bolsonaro monta no Brasil

Enquanto Trump posa de salvador do povo americano, uma investigação devastadora da imprensa internacional e do Congresso dos EUA revela a verdade nua e crua: o homem que jurou combater as elites transformou o cargo mais poderoso do planeta em um esquema pessoal de enriquecimento que faria inveja aos clãs mais vorazes da política brasileira.

Segundo dados financeiros divulgados e reportagens da Reuters, Associated Press, The Guardian e Wall Street Journal, Trump e seus filhos embolsaram aproximadamente US$ 2,3 bilhões com negócios de criptomoedas e outros ativos durante o mandato. No mesmo período, mais de um milhão de investidores perderam quase o mesmo valor — US$ 2,3 bilhões evaporados. Trump ganhou. Os trouxas que acreditaram na promessa perderam tudo. Pirâmide pura.

A Casa Branca virou escritório de vendas. Decisões favoráveis ao mercado crypto, redução de fiscalizações, eventos oficiais patrocinados por empresas da família, lutadores do UFC pagos em token Trump nos jardins presidenciais. O aniversário de 250 anos dos EUA foi sequestrado por uma estrutura paralela controlada por operadores da campanha, vendendo acesso, fotos com o presidente e pacotes milionários para financiadores.

Governos estrangeiros — Emirados, Arábia Saudita, Catar — injetaram centenas de milhões nos negócios da família enquanto negociavam acordos bilaterais com Washington. Conflito de interesses? Isso é eufemismo para corrupção institucionalizada.

Aqui no Brasil, a família Bolsonaro opera com o mesmo manual.

Flávio Bolsonaro e as rachadinhas, Queiroz, milícias, joias sauditas, Banco Master e as conexões com fraudes bilionárias, emendas parlamentares que explodem o orçamento, favorecimentos a aliados, uso da máquina pública para blindagem familiar e narrativa de perseguição. Trump monetiza a Presidência com crypto e eventos; aqui, o clã usa cargos, emendas, milícias e igrejas para manter o fluxo de poder e dinheiro.

Ambos vendem a mesma mercadoria envenenada: populismo de fachada. Prometem lutar contra o sistema, devolvem o poder ao “povo”, mas na prática constroem impérios onde o líder, os filhos, os aliados e os financiadores concentram riqueza, influência e impunidade. A bandeira vira produto. O Palácio vira vitrine. A nação vira marca registrada para enriquecimento privado.

Trump não “drenou o pântano”. Ele mergulhou nele e abriu franquias. Bolsonaro e filhos fizeram o mesmo no Brasil — e continuam tentando. O povo paga a conta: investidores quebrados, orçamento sangrado, democracia enfraquecida.

Acorda, povo!

Acorda, Brasil!

Não é patriotismo. É pirâmide com bandeira.

Não é liderança. É crime organizado com gravata e Bíblia na mão.

A extrema-direita mundial não combate elites. Ela é a elite parasita que se alimenta do povo que diz defender.



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Política

Lula: disputa será entre quem fez e quem destruiu

O presidente Lula transformou esta sexta-feira, último dia antes do chamado “defeso eleitoral”, que proíbe sua presença em inaugurações até o fim da campanha presidencial, em uma supercerimônia de entregas nas áreas de educação, saúde e habitação.

Lula recordou o cenário de destruição em que se encontrava o país quando assumiu novamente o governo, em 2023, destacou a retomada de investimentos, especialmente naqueles três setores, e antecipou um dos eixos fortes de sua campanha: a comparação entre quem fez e quem destruiu o país.

Diante de um telão no Palácio do Planalto, Lula comandou à distância a abertura de dez novos campi de Institutos Federais, a entrega de 1.619 unidades do Minha Casa Minha Vida, a inauguração de um hospital regional em Pernambuco, de equipamentos de oncologia no Rio de Janeiro e em São Paulo e de dezenas de ambulâncias em diversas regiões do país.

Ele lembrou os cortes de orçamentos no governo passado e o abandono de programas como a Farmácia Popular e o Minha Casa Minha Vida, em contraste com sua retomada e com a criação do Pé de Meia e do Aqui Tem Especialistas, para ficar em poucos exemplos.

“Chegamos na hora da verdade”, disse Lula. “Nessa campanha cada um vai ser medido pelo que fez e pelo que deixou de fazer”.

Ficou claro que a campanha da reeleição não vai se limitar ao destaque dos feitos de Lula no governo. Vai reviver os pesadelos do desgoverno Bolsonaro, como a fila do osso, o desemprego, a destruição de programas sociais e, certamente, as 700 mil mortes na pandemia.

No discurso desta sexta, Lula afirmou que pelo menos metade dessas vidas poderiam ter sido poupadas se o governo anterior não tivesse “negado a vacina e negado a ciência”.

Apontar para o futuro é sempre necessário numa campanha eleitoral; é o que dizem os manuais da política. No caso brasileiro, recordar o pesadelo também é essencial. Para que não se repita. 247.


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Política

Em crise com Flávio Bolsonaro, Michelle elogia política de Lula: ‘Sonho realizado’

Michelle Bolsonaro celebrou criação de política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos

Após a crise pública com o enteado e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) elogiou, nesta sexta-feira (3), uma ação do governo do presidente Lula (PT). Por meio das redes sociais, Michelle parabenizou o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), iniciativa apresentada pelo Ministério da Educação (MEC).

Nos últimos dias, tornou-se pública uma crise envolvendo Michelle e o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na semana passada, a ex-primeira-dama publicou um vídeo em que afirmou ter recebido uma “punhalada” no ano passado e fez críticas ao relacionamento com Flávio.

Após a repercussão do vídeo, o senador adotou um tom conciliador e pediu desculpas à ex-primeira-dama, numa tentativa de reduzir o desgaste provocado pelo episódio. Michelle, após o caso, deixou a presidência do PL Mulher.

Em publicação nos Stories do Instagram, nesta sexta, Michelle celebrou a criação da política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos. Sem mencionar diretamente o presidente, ela destacou a importância da medida.

“Parabenizo a nossa amada comunidade surda pelo lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos”, escreveu a ex-primeira-dama.

“A educação bilíngue se tornou uma modalidade separada da Educação Especial, trazendo mais autonomia e protagonismo para a comunidade surda. […] É um sonho realizado! Seguimos trabalhando por um Brasil mais acessível e com oportunidades para todos”, declarou.

Publicação de Michelle Bolsonaro no story do Instagram. Foto: Divulgação

A Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS) foi lançada nesta sexta-feira, em evento realizado no auditório do Ministério da Educação, em Brasília. Segundo o governo, a política tem como objetivo ampliar o acesso, garantir a permanência e favorecer o êxito escolar dos estudantes atendidos pela modalidade de educação bilíngue de surdos.

De acordo com o Ministério da Educação, a política fortalece ações voltadas à garantia dos direitos educacionais e linguísticos dos estudantes. Dados divulgados pelo MEC apontam que apenas 12% das redes de ensino brasileiras possuem materiais pedagógicos adequados em Libras. As avaliações no formato Vídeo em Libras alcançam somente 1,31% dos estudantes.

Atualmente, apenas 2.501 professores possuem formação continuada em educação bilíngue de surdos, situação atribuída à oferta reduzida de cursos de pedagogia bilíngue no país. A nova política, segundo o governo, busca ampliar a estrutura disponível para o atendimento desse público e fortalecer a educação bilíngue nas redes de ensino.

*ICL


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Política

Sem qualquer proposta para o país, o cada vez mais empepinado, Flavio Bolsonaro, usa o cinismo como arma de defesa

Flavio está naquela situação típica de um político pangaré, se fala, cai; se não fala, cai também.

O que se sabe até então de Flavio Bolsonaro, é que ele gosta muito de  dinheiro, não é exatamente apegado a poder, mas ao que o poder pode lhe render de maneira nua e crua.

Esse é o ponto, esse é o legado do primogênito de Jair Bolsonaro. Claro que hoje ele vive um pesadelo sem intervalo diante do que havia sonhado, enriquecer às custas do que podia brotar de dinheiro quando esteve, junto com o pai, com o poder nas mãos.

Seu paladar é aguçado para grandes fortunas, sem qualquer sentimento que beire algo minimamente moral. Foi nesse ponto que Flavio também forjou seu cinismo despudorado. Isso nada tem a ver com o jeito rude do não menos corrupto de Jair Bolsonaro. E é justamente nesse ponto que Bolsonaro se transformou numa lenda para os piores reacionários do país, gente rancorosa que simplesmente não sorri, não debate, briga, ofende, calunia, utiliza as formas mais vis de relação com outras pessoas.

E não se engane, há uma legião desses zumbis vagando por aí prontos para vomitar fel contra quem eles julgam ser inimigo pessoal do seu universo mental microscópico.

Pois bem, Flavio não empolga essa gente ao bancar um conservador sabor Bolsonaro. Seu objetivo é direto e reto em busca de fortunas fáceis, de acumulação, tudo à vista pago com dinheiro vivo para não deixar rastro.

Não importa se, para isso, tenha que colocar medalha no peito de assassino, como fez com Adriano da Nóbrega com a Medalha Tiradentes, a maior honraria fluminense.

Só que ele não empolga nada, ninguém, Não tem carisma. Suas falas são puro improviso de quem não tem intresse em outra coisa que não seja dinheiro, mesmo nessa luta da família para reconquistar o poder, Flavio é insosso, se comparado, por exemplo, ao cachorro louco, Eduardo, tão ou mais corrupto que o irmão, mas com ódio visceral contra a esquerda.

Flavio prefere ser um corrupto boa praça que não bate de frente e que aceitta, sem constrangimento, a sugestão de Paulo Figueiro, neto de um ditador, para criar um teatrinho em defesa das mulheres “desautorizando” o gnomo de jardim.

Por isso tudo caminha para o fracasso eleitoral, até porque, de forma objetiva, o néctar do poder, mesmo que seja na liderança do poder de direita, é mais ambicionado pelo clã do que a própria cadeira presidencial.

O que essa gente, incluindo Flavio, não aceita sob qualquer hipótese, é dividir um quinhão qualquer de espaço para candidatos de direita, mesmo que essa falta de fusão realmente concatenada signifique a vitória de Lula, contanto que os Bolsonaro sigam sendo a voz dos piores, mais rudes e odiosos reacionários do Brasil.

Isso não ganha jogo.

Junte tudo isso ao escândalo do Master em que nenhum outro corrupto se mostrou tão afeito, integrado e complementado pelas pilantragens de Vorcaro como o próprio Flavio.

Para piorar, agora ainda tem que enfrentar o esculacho da madrasta que sugere que, além de outros bacanais, o sujeito foi useiro e vezeiro das orgias promovidas a peso de ouro por Daniel Vorcaro com modelos europais, importadas para alegrar os marmanjos que comeram na mão do banqueiro pilantra, com capacete, com tudo.


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Política

Ninguém pode se dizer surpreso com a canalhice de Ciro Gomes

É irônico, para não dizer trágico, que um ponto de discórdia de dois mega mega reacionários vigaristas, Flavio e Michelle Bolsonaro, seja o eterno playboy Ciro Gomes.

Infelizmente, muita gente, e gente boa, em algum  momento acreditou que Ciro, no PDT, honrava o nome de Leonel Brizola. Ciro Gomes é um oportunista compulsivo e não tem qualquer pudor para, na rotação da terra, em 24 horas, desdizer o que afirmara um dia antes.

Não seria, portanto, um grande engano alguém apostar nessa estátua patriarca fantasiada de luzeiro do progressismo. Na verdade, na verdae, em bom português, muitos reproduziam o ramerrão desde 2018 que Ciro era o candidato mais preparado, faltando somente um detalhe, a resposta para dizer, preparado em quê?

Suas relações estreitas com o clã Bolsonaro, com tamanha falta de vergonha na cara, não podem ser clsssificadas como algo inédito na vida de quem nunca teve compromisso com a coerência.

É só lembrar que, lá atras em 2018, Ciro bancou o amigo e companheiro de Bolsonaro como um discípulo do genocida, quando o bufão se mandou para Paris após o primeiro turno do pleito para não assumir uma posição que, supostamente, seria com alguém de afinidade com o que Ciro vendia em sua vitrine.

Nesse caso, seu apoio responsável deveria ser a Haddad. O resto da história, todos sabemos.

Agora, para se desnudar de vez, Ciro cursa a academia dos genocidas de Israel, especializados em assassinar civis palestinos, sobretudo crianças e mulheres para, segundo o boquirroto, assumir a sua incapacidade de ser responsável com as coisas do Brasil, anunciando parceria com os monstros do Mossad do Estado assassino de Israel.

Certamente sua campanha vê virtude nas estreitas relações do Ceará com o ponto mais podre da humanidade, como se fosse um discípulo de Netanyahu.

Todos conhecem o paratatá de Ciro Gomes, mas imaginá-lo escarabichando suas asas para justificar tal atitude com o Estado pirata e assassino, como é Israel, em bom latim, é coisa de um velho escroque que sempre viveu de isterismos e que, agora, mostra sua piedade medieval com inocentes vítimas do terrorismo de Estado que promove chacinas diárias sem qualquer pudor nessa sua nova composição política interesseira, como sempre.

Ou seja, não existe vigarista de improviso, Ciro sempre foi isso. Caiu em sua lábia quem quis.


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Política

O pedido de Valdemar que irritou Michelle e fez ela deixar o PL Mulher

A conversa entre Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que definiu a saída da ex-primeira-dama do comando do PL Mulher, foi marcada por tensão e quase terminou com a desfiliação dela do partido. O encontro ocorreu em meio à crise aberta com Flávio Bolsonaro e ao racha exposto na direita.

Segundo o Globo, duas fontes próximas tanto de Flávio quanto de Michelle, dizem que Valdemar sugeriu que ela assinasse uma carta afirmando estar abalada pelos problemas familiares provocados pela prisão de Jair Bolsonaro e pedindo desculpas pelo vídeo em que fez duras críticas ao enteado e a setores do bolsonarismo.

A proposta irritou Michelle, que já vinha reclamando a aliados dos ataques nas redes sociais feitos por apoiadores de Flávio e de Eduardo Bolsonaro. Diante do pedido de um “mea culpa”, a ex-primeira-dama reagiu mal e chegou a ameaçar deixar o PL.

Ao sair da reunião, na terça-feira (30), Michelle anunciou a saída da presidência do PL Mulher, mas não citou Flávio nem pediu desculpas. No comunicado publicado nas redes, ela afirmou que a decisão estava ligada ao “momento em que estamos vivendo em nossa família” e disse que deixaria o cargo para se dedicar “integralmente” aos cuidados de Jair Bolsonaro e da filha mais nova, Laura.

Na nota, Michelle listou ações de sua gestão no PL Mulher e agradeceu nominalmente a Valdemar pela autonomia e pela nomeação ao cargo, feita em março de 2023. Também fez um aceno à vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL), pivô da crise com Flávio após o apoio dele e de outros filhos de Bolsonaro à campanha de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará.

Valdemar, por sua vez, divulgou nota afirmando que Michelle vive “um momento difícil”. O dirigente admitiu “divergências” e “indignações” dentro do PL, mas defendeu que a decisão da ex-primeira-dama fosse respeitada.

De acordo com informações do Globo, Michelle foi convencida a não se desfiliar do partido pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), aliadas próximas da ex-primeira-dama. As duas se reuniram com ela no Palácio do Buriti durante o auge da crise.

Na conversa com Valdemar, Michelle também sinalizou que poderia desistir de disputar o Senado pelo Distrito Federal em outubro, informação confirmada depois pelo presidente do PL em entrevista à Rádio Gaúcha. No entorno da ex-primeira-dama, porém, a avaliação é que essa hipótese está descartada. Ainda assim, ela não deve se empenhar na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Caso mantenha a candidatura ao Senado, Michelle deve concorrer na chapa de Celina Leão, que tentará a reeleição ao governo do Distrito Federal. A saída do PL Mulher, porém, é vista como um revés para a pré-campanha de Flávio, que tenta reduzir resistências entre eleitoras conservadoras e evangélicas.

A relação entre Michelle e Valdemar, até então pública e cordial, também sofreu desgaste. O presidente do PL estava em Miami, nos Estados Unidos, para acompanhar a partida entre Brasil e Escócia na Copa do Mundo de 2026 quando Michelle publicou o vídeo de 27 minutos no Instagram acusando Flávio de “apunhalá-la” e “maltratá-la”.

Valdemar antecipou a volta ao Brasil, classificou a briga como “muito séria” e admitiu que, sem Michelle, a eleição de Flávio seria “muito difícil”. O dirigente já havia defendido, em diferentes momentos, uma candidatura presidencial da ex-primeira-dama e chegou a chamá-la de “fenômeno” político.

Foi Valdemar quem indicou Michelle para presidir o PL Mulher em 2023 e garantiu a ela remuneração mensal de R$ 46 mil, a mesma paga a Jair Bolsonaro. O histórico de proximidade, no entanto, não foi suficiente para evitar o clima de ruptura após o pedido para que ela assumisse publicamente culpa pela crise, segundo o DCM.


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Política

Mulheres de direita ameaçam ação nos EUA contra ataques de bolsonaristas

Segundo a jornalista Ana Flor, do g1, grupo reuniu publicações com ataques atribuídos a brasileiros ligados ao bolsonarismo e já consultou um advogado nos EUA

Um grupo de mulheres conservadoras que atua na política avalia recorrer à Justiça dos Estados Unidos contra brasileiros ligados ao bolsonarismo por ataques e campanhas de difamação nas redes sociais. A informação foi publicada pela jornalista Ana Flor, em seu blog no g1.

Segundo a publicação, as mulheres afirmam que os ataques seriam coordenados por integrantes do chamado “gabinete do ódio” e já reuniram publicações que, na avaliação delas, configurariam crimes como calúnia, difamação e injúria. Um advogado nos Estados Unidos já teria sido procurado para analisar o caso.

Ainda de acordo com o blog, um dos nomes citados pelo grupo é o do influenciador Allan dos Santos, que é considerado foragido da Justiça brasileira.

A reportagem informa que os ataques também contribuíram para a decisão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro de divulgar, na semana passada, um vídeo em que critica o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Na gravação, Michelle afirma ser alvo de um grupo que atua a partir do exterior e diz que alguns de seus integrantes aparecem em fotos ao lado do parlamentar.

Segundo Ana Flor, além de Michelle, estariam entre os principais alvos dos ataques a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). O grupo também avalia incluir episódios de ataques contra mulheres de esquerda atribuídos aos mesmos perfis.

A publicação afirma ainda que as reclamações já chegaram ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e a Flávio Bolsonaro. ICL.


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Política

Pacto de Sangue

Michelle Bolsonaro, feminista? Tá de sacanagem né!

Mulher nenhuma, casada com Bolsonaro, pode ser considerada sequer sabor feminista.

O que está em jogo é sua suposta herança política, na mesma medida em que é rejeitada pelas bestas do apocalipse fascista, Flavio, Carluxo e Eduardo, que aprenderam desde cedo com o próprio pai que mulher não é parente, não tem o sangue do varão da família, tanto que as ex-mulheres de Bolsonaro sempre viveram do resto da xepa que lhes sobrava para servir de flecha para o arco de provedor.

Com Michelle, não é diferente, o que a moça quer é fazer parte da comnidade com o sobrenome Bolsonaro, mas não da forma com que ela faz parte.

Nas suas atualizações, pelo tanto que participou das patifarias do marido, mesmo que nao tenha o sangue do próprio, quer dividir o poder que sobrou de Bolsonaro com os três filhos, já que o quarto filho, o mais abestalhado deles, Jair Renan, entra nesse pacto como coadjuvante, o jogo mesmo é jogado entre os três irmãos desde que Bolsonaro projetou disputar a cadeira presidencial em 2018.

Não vamos nos estender nas histórias podres que os três protagonizaram para colocar o pai no topo do poder. Ninguém precisa tapar o nariz.

A questão é, ninguém conhecia Michelle antes de se tornar primeira-dama, esse é o gatilho que bloqueia sua entada no rachide do chamado pacto de sangue.

Por isso, Michelle recebeu um solene e simbólico NÃO para compor a chapa de Flavio para a Presidência da República.

Não aceitaram a troca de fuidos porque não querem se misturar com ela através da pele e não do sangue.

Ou seja, não há na cabeça dos Irmãos Metralha selo de lealdade fora de um histórico sanguíneo.

Em outras palavras, um pacto incluindo Michelle, seria na prática, pura ficção, porque, para eles, o risco grave de transmissão da doença da traição, seria iminente.

Esse é o pano de fundo da mini-série brasileira que narra a guerra de excrementos dentro da família Bolsonaro, onde as particularidades sanguíneas é que dão as cartas.

Coisa de submundo ou romance gótico pela perspectiva sombria que as tramas, de lado a lado, estão operando.

Para o clã, não há juramento de lealdade possível sem que haja um pacto do mesmo sangue. E Michelle não foi contemplada com tal DNA.

Trocando em miúdos, esqueça o papo de PL Mulhr ou coisa que o valha. E não se esqueça que Michelle e Eduardo, segundo Mauro Cid, comandaram juntos o núcleo mais duro, mais radical, mais sanguinário da tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2023.

Mas como disse um filósofo da Grecia Antiga, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outrqa coisa.


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Política

Diálogos escancaram que Daniel Vorcaro tentou calar a jornalista Malu Gaspar

Junto a Thiago Miranda, banqueiro tentou encontrar algo para prejudicar a imagem da profissional. Sem encontrar nada, teria oferecido “proposta milionária” de emprego para tentar barrar reportagens.

Mensagens obtidas pela Polícia Federal, a partir de celulares apreendidos com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, apontam que o executivo, junto com um de seus aliados, Thiago Miranda, tentou calar a jornalista Malu Gaspar após a profissional publicar reportagens que apontavam que a empresa não teria condições de honrar compromissos financeiros assumidos.

Os diálogos datam de abril do ano passado. As investigações apontam que Malu, colunista do jornal O Globo, foi vigiada de perto. Miranda enviou a Vorcaro informações sobre contas bancárias da profissional, placa do carro pessoal e detalhes sobre os familiares. Vamos ter que tentar pegar algo dessa mulher no pessoal”, disse Vorcaro. No entanto, na devassa, as próprias mensagens apontam que nada que desabonasse a jornalista foi encontrado.

“Meu time está atrás. Precisamos achar algo”, escreveu Miranda na manhã do dia 1º de abril. “Nem multa na CNH dela encontrei. Filhos novos ainda também. Te deixo ciente, vou achar algo”, completou ele.

No entanto, após não encontrar nenhum fato para atacar a imagem da jornalista, a estratégia passou em tentar contratar a profissional. Daniel Vorcaro fala em oferecer uma “proposta milionária” para Malu. Thiago Miranda então afirma que ela deveria ser contratada pela revista IstoÉ, que faz parte do grupo Entre, que controla a Entre Investimentos, a empresa usada por Vorcaro para investir no filme “Dark horse”, que tratou da vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os diálogos mostram que Malu chegou a ser abordada e recebeu a proposta. No entanto, Miranda comenta que Malu agiu com “mais fúria após a abordagem”, citando o aumento de reportagens relacionadas à falta de liquidez do Master, que na época estava sendo negociado para ser comprado pelo Banco de Brasília (BRB).

*Correio Braziliense


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