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Política

Os inúteis antipetismo e o antilulismo são a marca da direita, sempre

A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.

Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.

Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.

Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.

Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.

Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.

Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.

Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.

Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.

Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.

O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.

 


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Alexandre Frota se oferece para pagar multa de jornalista processado por Carla Zambelli

Luan Araújo escreveu que Zambelli “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”.

O vereador de Cotia e ex-deputado federal Alexandre Frota manifestou apoio ao jornalista Luan Araújo e se ofereceu para quitar a multa judicial que pode levar à prisão do comunicador.

A decisão da Justiça de São Paulo determina a prisão de Araújo em razão do não pagamento de uma multa de R$ 2.216,30. O jornalista, que ficou conhecido nacionalmente após ser perseguido armada pela ex-deputada Carla Zambelli durante o segundo turno das eleições de 2022, afirmou nas redes sociais que não possui recursos para arcar com o valor.

Diante da situação, Luan iniciou uma campanha de arrecadação online para reunir o montante necessário e cobrir as despesas do processo.

Ao tomar conhecimento do caso, Alexandre Frota comentou uma publicação do jornalista e colocou-se à disposição para ajudar financeiramente.

“Vamos pagar a multa. Se quiser, pede ao advogado para me ligar.”

Jornalista perseguido por Zambelli de arma em punho é condenado por  difamação - Folha PE

A manifestação repercutiu entre seguidores dos dois e ocorreu em meio à mobilização de apoiadores de Araújo para evitar o cumprimento da ordem judicial.

O jornalista Luan Araújo, que ganhou notoriedade após ser perseguido armada pela ex-deputada federal Carla Zambelli em São Paulo na véspera do segundo turno das eleições de 2022, foi condenado em uma ação movida pela própria parlamentar.

A condenação está relacionada a declarações publicadas por Araújo no portal Diário do Centro do Mundo. No texto, ele afirmou que Zambelli é “seguida por uma seita de doentes de extrema direita” e que “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”.

A defesa do jornalista recorre da decisão judicial e apresentou um habeas corpus, além de pedir a anulação da sentença proferida pelo juiz José Fernando Steinberg, responsável por converter a pena. Procurados pela reportagem, os advogados de Zambelli não se manifestaram. O espaço permanece aberto para posicionamento.

O episódio que envolveu Araújo e a ex-deputada ocorreu às vésperas da eleição presidencial de 2022 e resultou na condenação de Zambelli pelo Supremo Tribunal Federal. A Corte fixou pena de cinco anos e três meses de prisão pela perseguição ao jornalista.

Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil e seguiu para a Itália, onde chegou a ser presa.

No fim de maio, entretanto, a Corte de Cassação italiana revogou o pedido de extradição apresentado pelas autoridades brasileiras e determinou sua libertação.

Além desse processo, a ex-parlamentar também foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por participação na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

*ICL


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Pesquisa

Pesquisa Ipsos: Otimismo sobe e 39% veem o Brasil no rumo certo

Melhora na economia e queda na inflação impulsionam salto no índice. Criminalidade, porém, segue como grande preocupação dos brasileiros conectados

A percepção de que o Brasil está no rumo certo cresceu entre os brasileiros conectados, aponta levantamento da Ipsos. O índice de otimismo registrou um salto relevante de sete pontos percentuais: saiu de 32% e alcançou 39% dos entrevistados, revelando uma mudança expressiva no humor social desse grupo.

Os dados constam da mais nova rodada do monitoramento What worries the world (O que preocupa o mundo, em português), conduzido pelo instituto em 30 países. Os novos números se baseiam em entrevistas realizadas entre 24 de abril e 8 de maio.

“Os resultados de maio mostram um Brasil relativamente mais estável e com melhora na percepção de rumo, contrastando com um cenário internacional ainda marcado por insegurança econômica, polarização política e tensões geopolíticas”, avalia o CEO da Ipsos no Brasil, Diego Pagura.

Alívio no bolso e queda da inflação

Essa guinada na percepção é atribuída à melhora na avaliação da economia e à diminuição da ansiedade em relação à inflação. Nos últimos 30 dias, a percepção sobre o estado da economia subiu quatro pontos, indo de 31% para 35%.

A preocupação com a alta dos preços caiu para 25% — oito pontos a menos em relação a um ano atrás. O alívio contínuo do bolso aliviou a tensão do brasileiro sobre o rumo geral do país. Temas como pobreza, saúde e impostos mantêm patamar estável de preocupação.

Brasil na contramão dos EUA

O cenário brasileiro contrasta na comparação com o dos Estados Unidos. Apenas 30% dos americanos aprovam a direção do seu país, o que representa uma queda de cinco pontos de abril para maio. Ironicamente, a avaliação positiva da economia no Brasil (35%) está próxima da média mundial, que é de 37%.

Esses resultados vão ao encontro de pesquisas anteriores, como o Datafolha, que já indicavam uma pequena melhora na percepção sobre a situação do país e até na avaliação do governo.

A sombra da criminalidade e da corrupção

Apesar do otimismo generalizado, nem todos os indicadores são positivos. A grande exceção de desgaste é a criminalidade e a violência, que lideram isoladamente as preocupações no Brasil com 48% das menções. Embora estável em relação à pesquisa anterior, o tema registrou alta expressiva de sete pontos no acumulado de um ano.

Preocupações com corrupção financeira e política (37%, dez pontos acima da média global) e meio ambiente (10%, acima da média global e americana) também permanecem em patamares elevados.

A pesquisa Ipsos aponta para um alerta metodológico importante ao refletir a visão dos brasileiros com acesso à internet, um perfil mais urbano e escolarizado, próximo do universo total, mas não exatamente igual. Vermelho.


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Política

Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH

Legislação alcança apenas os bons condutores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (5) a lei que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para bons condutores.

A medida autoriza a renovação sem custos para motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses.

A sanção presidencial ocorreu após o Senado aprovar a Medida Provisória (MP) 1327/25), criada em dezembro do ano passado pelo governo federal beneficiar os condutores.

De acordo com o Palácio do Planalto, cerca de 2 milhões de motoristas já foram beneficiados com a renovação automática.

Economia
De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a renovação gratuita já fez a população economizar R$ 854,8 milhões.

Confira as principais mudanças na renovação da CNH

  • Renovação da CNH: A nova lei garante a renovação automática sem custos para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNP).
  • Exames: Os exames de aptidão física e mental continuam obrigatórios. Os procedimentos só poderão ser feitos por médicos e psicólogos especialistas em medicina do tráfego e em psicologia do trânsito.
  • Custos: A lei tabelou os preços dos exames, que deverão ser fixados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, ficou instituído o reajuste anual dos preços dos exames pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

*Agência Brasil


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Política

Candidatura de Flavio vive seus momentos finais

O troço desandou de vez. Os “criadores do bolsonarismo” estão de frente para um problema intransponível.

Os anjos bêbados, sobreviventes dessa hecatombe fascista, estão sob choque, não há retoques possíveis, tal a limpidez do rolo de corrupção envolvendo Flavio, Eduardo e o próprio Bolsonaro com o Banco Master, já que tudo começou no governo do Jair, e o resto da tropa dos Bolsonaro, não titubeou em puro jogo de interesses que, como diziam os filósofos gregos “uma mão lava a outra”.

Ninguém sabe mais que rumo tomar, o que falar, o que berrar, pior, não sabe sequer o que odiar. Está faltando um mínimo de algo que nunca houve no mundo bolsonarista, criatividade, do contrário, não viveriam do antipetismo e do antilulismo.

A fase agora é outra, o inimigo mora ao lado, a culpa é do aliado tal, que deu declarações críticas tanto à esbórnia de Flavio com o Banco Master, o filme trash de Bolsonaro e a produtora, que entornou ainda mais o caldo nessa meleca toda.

Para tentar se limpar diante dessa pocilga, Flavio resolveu se borrar da merda do Trump, oferecendo até as cuecas do Brasil para o patrocinador do genocídio de Israel em Gaza.

Esse é um ponto interessante, porque, na Marcha para Jesus, no palanque não tinha um santo, e Flavio, referendando o genocídio de Isael, sobretudo os assassinatos de crianças e bebês palestinos, mandou um, viva Israel!

O sujeito está naquela de, se ficar parado, afunda, se se mover, afunda ainda mais. Não há corda possível que o tire da areia movediça, enquanto seu partido, entre trairagens e patetices, consegue transformar a tragédia em divertimento para quem detesta essa sopa de espertos e seus interesses miúdos.

Não há saída para Jair, Flavio, Eduardo, Carluxo e cia,, vão todos para o buraco, já que o inferno político dessa falange, está dois andares acima. Eles se encontram numa cova muito mais profunda.


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Pesquisa

Lula amplia vantagem e começa migração de votos bolsonaristas

Pesquisa Vox mostra crescimento de Lula, recuo de Flávio Bolsonaro e avanço de Caiado e Zema na disputa pelo eleitorado conservador

A mais recente pesquisa do Instituto Vox Brasil indica uma mudança relevante no cenário da sucessão presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42,1% das intenções de voto no primeiro turno, abrindo vantagem de 8,5 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 33,6%.

O movimento é significativo porque ocorre em meio a uma recuperação gradual da aprovação do governo federal e após uma sequência de episódios políticos que colocaram o bolsonarismo sob pressão. Desde meados de maio, Lula avançou quase oito pontos percentuais, enquanto Flávio perdeu quase três pontos, ampliando uma diferença que anteriormente era muito mais estreita.

Migração de votos fortalece nomes da centro-direita

O levantamento revela um fenômeno que começa a ganhar força na corrida presidencial: parte do eleitorado identificado com a direita parece buscar alternativas fora do núcleo bolsonarista.

Os principais beneficiados são o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo). Caiado alcança 6,9% no primeiro turno e aparece em empate técnico com Lula em uma eventual segunda rodada. Zema registra 5,1% e também reduz significativamente a distância em um confronto direto com o presidente.

A evolução desses números sugere uma fragmentação do campo conservador. Enquanto Flávio Bolsonaro perde apoio, candidatos da direita tradicional ampliam espaço entre eleitores que demonstram resistência ao governo Lula, mas também apresentam dúvidas sobre a viabilidade eleitoral do bolsonarismo.

Efeito Trump e desgaste do bolsonarismo
A pesquisa foi realizada após a visita de Flávio Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e depois da decisão norte-americana de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

Embora seja prematuro estabelecer uma relação direta entre esses acontecimentos e a movimentação eleitoral, os números mostram que o senador não conseguiu converter a exposição internacional em crescimento político. Pelo contrário: o levantamento registra perda de apoio justamente no período em que a agenda externa ganhou destaque.

Ao mesmo tempo, a defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas contra produtos brasileiros tornou-se um tema central do debate político, favorecendo o discurso adotado pelo governo federal.

Lula mantém força entre mulheres e baixa renda

A liderança do presidente continua sustentada por segmentos decisivos do eleitorado. Entre as mulheres, Lula abre vantagem de mais de 15 pontos sobre Flávio Bolsonaro. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, a diferença é ainda mais expressiva: 55,1% contra 23,5%.

O desempenho também permanece forte entre idosos e entre os eleitores com menor escolaridade, grupos que historicamente apresentam elevada participação eleitoral.

Já Flávio Bolsonaro mantém seus melhores resultados entre homens, eleitores de renda mais alta e setores com maior escolaridade, mas esses nichos têm se mostrado insuficientes para compensar as perdas registradas em outras faixas do eleitorado.

Segundo turno reforça tendência de recuperação
No cenário de segundo turno, Lula aparece com 47,8% contra 41,3% de Flávio Bolsonaro. O dado chama atenção porque representa uma reversão completa do quadro observado em maio, quando o senador liderava numericamente a disputa.

A pesquisa também mostra que quase 40% dos eleitores ainda admitem mudar de voto até a eleição, indicando que o cenário permanece aberto à argumentação de campanha. Ainda assim, os números atuais apontam duas tendências simultâneas: o fortalecimento da posição de Lula e a crescente disputa, dentro do campo conservador, pelos votos que tradicionalmente orbitavam em torno do bolsonarismo.

Reconfiguração da disputa de 2026
Mais do que uma simples vantagem numérica de Lula, a pesquisa sugere uma reconfiguração do tabuleiro eleitoral. O presidente consolida sua liderança enquanto a direita vive um processo de reorganização interna.

O avanço de Caiado e Zema indica que uma parcela do eleitorado conservador busca alternativas capazes de dialogar com a agenda econômica liberal e com pautas da direita sem carregar o elevado índice de rejeição associado ao sobrenome Bolsonaro.

Se essa tendência se confirmar nos próximos meses, a disputa presidencial poderá deixar de ser apenas um confronto entre lulismo e bolsonarismo para incorporar uma terceira variável: a concorrência pela sucessão da liderança do campo conservador brasileiro, claramente em derretimento em relação à família Bolsonaro. Com Vermelho.


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Política

Governo Tarcísio manda adotar material de ONG pró-Israel em escolas de SP

Uma circular, obtida pelo DCM, distribuída pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que orienta escolas da rede pública a desenvolver atividades pró-sionismo utilizando materiais produzidos pela ONG StandWithUs Brasil, que se apresenta como uma “organização educacional de combate ao antissemitismo” e é presidida por André Lajst, figura obrigatória da mídia na cobertura do genocídio em Gaza.

A iniciativa é do governo Tarcísio de Freitas, aliado da família Bolsonaro e um dos governadores brasileiros que mais se aproximaram de Israel nos últimos anos. Tarcísio esteve com o premiê Benjamin Netanyahu em 2024 e, no ano seguinte, enviou seu principal auxiliar, o secretário da Casa Civil, Arthur Lima, a uma missão oficial no país.

Chamado de “Circuito Educacional”, o material foi encaminhado oficialmente às unidades escolares por meio de ofício da Secretaria da Educação e integra atividades pedagógicas voltadas a professores e estudantes do ensino médio com o tema “Antissemitismo: Passado, Presente e Futuro”.

De acordo com a cartilha, a ideia é “estabelecer diálogo com professores das diferentes áreas do conhecimento e com o trio gestor, buscando integrar o Circuito ao cotidiano escolar”. O ofício disponibiliza seis conjuntos de apresentações em PowerPoint, organizados por semana, destinados aos encontros com os alunos, que são orientados a produzir textos e um minidocumentário sobre o tema.

“É claro que nós somos contra toda forma de xenofobia ou racismo, é claro que não somos antissemitas, mas isso é uma tentativa de lavar a imagem do Estado de Israel e da violência do sionismo através do governo paulista”, diz o educador Daniel Cara, cientista político e professor da Faculdade de Educação da USP.

Não aparecem nas apresentações referências à invasão dos territórios palestinos, à expansão dos assentamentos israelenses, às violações de direitos humanos feitas por organismos internacionais ou às interpretações palestinas sobre a origem e a continuidade do conflito.

Embora apresentada como uma ação de combate ao antissemitismo e uma defesa de dois estados, a documentação mostra que os conteúdos são propaganda sionista, com interpretações específicas sobre o país, baseadas em autores identificados com o sionismo contemporâneo.

O vínculo com a StandWithUs fica explícito no material adotado, que exibe o logotipo da entidade e sua mensagem institucional: “Nós acreditamos que a educação é o caminho para a paz”. O autor usado como principal referência, o israelense-americano Yossi Halevi, parece pensar diferente. Em entrevista ao Estadão, ele declarou: “Não é hora de falar de paz, precisamos defender o Estado de Israel”.

O livro de Halevi “Cartas ao meu vizinho palestino” é a base do projeto. Ele foi soldado em uma unidade das Forças de Defesa de Israel que patrulhava a Faixa de Gaza na Primeira Intifada, entre 1987 e 1993.

“A fim de permitir que o outro lado obtenha certa medida de justiça, cada lado deve impor a si mesmo alguma medida de injustiça”, escreve o ex-soldado em seu livro, ao defender o que chama de “justiça distributiva”. A partir da perspectiva sionista, a injustiça deixa de ser algo a ser corrigido e passa a ser apresentada como condição para alcançar a própria justiça.

*DCM


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Brasil Mundo

Aliados de Lula pedem aos EUA investigação sobre relação de Vorcaro com família Bolsonaro

Fluxo financeiro teria partido de estruturas ligadas ao Banco Master, controlado por Vorcaro, e alcançado empresas ou prestadores nos EUA

Em Washington, deputados aliados de Lula solicitaram que parlamentares democratas investiguem uma suposta rede financeira, ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que teria operado em território americano em benefício de integrantes da família Bolsonaro, como o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

No documento assinado por Pedro Uczai (PT-SC), Pedro Campos (PSB-PE), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e André Janones (Rede-MG), o alvo central do pedido é uma suposta conexão entre recursos ligados a Vorcaro, estruturas financeiras relacionadas à Reag Investimentos e atividades atribuídas a Eduardo nos Estados Unidos.

Com maioria republicana nas duas casas do Congresso, um pedido de abertura de investigação desse tipo dificilmente avançaria neste ano. No fim de 2026, porém, os EUA passam por eleições legislativas que podem mudar o cenário.

Além disso, as investigações conduzidas pelo Legislativo costumam se concentrar principalmente em ações do Poder Executivo, e não em casos de corrupção envolvendo empresas privadas.

Nesses casos, os parlamentares poderiam, por exemplo, solicitar que o Departamento de Justiça conduzisse uma apuração. Há, porém, mais um obstáculo: esse tipo de pedido tende a ter maior peso político quando parte de congressistas alinhados ao partido do presidente dos Estados Unidos.

Parlamentar norte-americano preocupado
À Folha, o deputado democrata Jim McGovern (Massachusetts), que esteve com os parlamentares brasileiros na manhã desta quinta-feira (4), afirmou que foi uma boa reunião, disse ser “muito solidário a muitas das preocupações que eles levantaram” e que pretende continuar mantendo o diálogo com o grupo.

Sobre o pedido de investigação, ele disse não ter poder para abrir uma apuração, mas afirmou que “claramente são problemas de grande preocupação para mim”.

Também afirmou que, durante a conversa, os parlamentares concordaram que a “corrupção, seja no Brasil ou nos EUA, precisa ser denunciada”. Sobre eleições, disse que são os brasileiros que devem decidir sobre o próprio futuro e que “isso não cabe aos EUA”.

Os parlamentares afirmam que o pedido se baseia em informações públicas, reportagens jornalísticas, documentos e investigações em andamento no Brasil. Ao longo das oito páginas do texto, eles argumentam que há elementos suficientes para justificar a análise de movimentações financeiras, contratos, empresas, fundos de investimento, escritórios de advocacia e estruturas corporativas sujeitas à jurisdição americana.

Segundo os autores, uma das hipóteses a serem investigadas é a existência de um fluxo financeiro que teria partido de estruturas ligadas ao Banco Master, controlado por Vorcaro, e alcançado empresas ou prestadores de serviços nos Estados Unidos, com eventual benefício direto ou indireto a Eduardo Bolsonaro.

Pedido de dinheiro
De acordo com reportagem divulgada pelo Intercept Brasil, Flávio pediu dinheiro a Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em áudios vazados à imprensa, o senador aparece fazendo o pedido.

A Polícia Federal apura se os repasses feitos por Vorcaro — por meio da Entre Investimentos e do fundo Havengate, localizado nos EUA — foram usados para custear a vida do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que mora no país desde o ano passado.

O documento também menciona suspeitas envolvendo fundos ligados à Reag Investimentos e cita investigações sobre possíveis esquemas de lavagem de dinheiro relacionados ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Os deputados pedem que autoridades americanas verifiquem se recursos oriundos desse ambiente financeiro foram utilizados para financiar atividades políticas, jurídicas, de comunicação ou lobby nos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, os parlamentares afirmam não atribuir responsabilidade criminal definitiva a qualquer pessoa. O objetivo, afirmam, é solicitar a abertura de procedimentos investigativos capazes de confirmar ou descartar as suspeitas apresentadas.

O documento pede que sejam analisados registros bancários, contratos, comunicações empresariais, estruturas societárias, beneficiários finais de pagamentos e eventuais relatórios de atividades suspeitas que estejam sob jurisdição americana. Os deputados também defendem a preservação imediata de documentos e a cooperação entre autoridades dos dois países.

Outro ponto do texto relaciona a atuação política de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos a possíveis tentativas de pressão sobre autoridades brasileiras. Os autores argumentam que, caso atividades políticas ou campanhas de comunicação no exterior tenham sido financiadas por recursos de origem ilícita, a jurisdição americana poderia ter sido utilizada para ocultar ou projetar internacionalmente esses recursos.

Relação com Donald Trump
Os parlamentares também citam a recente mobilização de aliados de Jair Bolsonaro para que o governo Donald Trump classificasse facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Segundo o texto, é necessário investigar se iniciativas desse tipo tiveram impacto sobre mecanismos de cooperação internacional voltados ao combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado.

Na semana passada, Eduardo, Flávio e o blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo estiveram na Casa Branca para uma reunião com Trump. Eles afirmam que a principal demanda apresentada foi o pedido de classificação de PCC e CV (Comando Vermelho) como terroristas. A designação foi anunciada na semana passada e será formalizada nesta sexta-feira (5).

Nesta semana, o USTR (escritório de comércio dos EUA) concluiu uma investigação que durou um ano sobre suspeitas de competição desleal contra o Brasil, que incluíram reclamações em relação ao Pix e à regulação das big techs. Além disso, uma outra investigação que foi aberta neste ano, e incluiu o Brasil, também indicou que o país falha no combate ao uso de trabalho forçado.

Diante desse cenário, o USTR propôs a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros — a decisão final cabe a Trump, que tem até 15 de julho para se manifestar. Pela proximidade entre a conclusão das investigações e a visita de Flávio, o governo Lula tem atribuído a medida ao senador. Ele, porém, negou ter feito esse tipo de solicitação às autoridades americanas e enviou ao secretário de Estado, Marco Rubio, um pedido para que os EUA não tarifem o Brasil.

Análise do pedido
A congressista americana Sydney Kamlager-Dove, copresidente da Bancada do Brasil (Brazil Caucus), afirmou à reportagem que irá analisar o pedido de investigação sobre o caso Vorcaro e as suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a família Bolsonaro.

Durante reunião com parlamentares brasileiros, Kamlager-Dove destacou que, embora tenha tomado conhecimento da denúncia apenas naquele momento, o pedido “faria sentido” diante do histórico de seu comitê, que já realizou audiências sobre corrupção no Brasil e ataques ao Supremo Tribunal Federal.

A parlamentar ressaltou que a possível utilização do sistema financeiro dos Estados Unidos para atividades impróprias é uma questão de interesse público transnacional.

“Se bancos dos EUA estiverem de alguma forma envolvidos em algo ilegal ou impróprio, o povo americano e o brasileiro precisam saber”, declarou. Além da corrupção, Kamlager-Dove relatou ter discutido com a comitiva brasileira temas como integridade eleitoral, proteção da democracia e preocupações com tarifas comerciais, traçando paralelos entre os desafios políticos enfrentados pelas duas nações frente ao avanço da extrema-direita.

*ICL


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Com o derretimento de Flavio, o barata voa é de toda a direita

A direita é um troço só. Bolsonaro, portanto, é um verme saído das entranhas da direita, é a carranca do tribunal que virou o Brasil de cabeça para baixo, na tentativa de, na marra,  voltar ao poder.

O pensamento miúdo do bolsonarismo, do ponto de vista econômico, é o mesmo do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, tanto que coclocou 33 milhões de brasileiros na fila do osso, devolvendo-os a mais absoluta miséria, na famosa de redução do Estado.

Essa gente toda não tem ideia do que seja um país e não tem interesse em escaramuçar as questões que afligem o Brasil real, questões, diga-se de passagem, produzidas pela toxina neoliberal que sempre teve como objetivo reduzir o tamanho do bolso dos trabalhadores e excluir os miseráveis.

Essa gente, quando governou o Brasil por décadas, sempre utilizou o mesmo refrão, o de fazer o bolo crescer nas mãos dos milionários e dividi-lo depois da fornada.

Resultado. Isso jamais aconteceu. Porque é do próprio instinto selvagem do capitalismo buscar, inacreditavelmente, a pobreza para construir sua riqueza, seu acúmulo.

Diante disso, sobretudo após a priatatia tucana, a direita jamais voltou ao poder pelas regras democráticas. Teve que golpear Dilma Roussef, golpear e prender Lula para que dois ratos de esgoto, Temer e Bolsonaro, assumissem o poder e fizessem o trabalho sujo da banda podre das classes economicamente dominantes no Brasil.

Agora, o resultado está aí e, lógico, essa gente quer disvutir miudezas eleitorairas.

Bolsonaro não é uma caricatura da direita, na verdade, ele é o retrato fiel dessa política chucra que sempre permeou o universo reacionário por oportunismo vadio.

Isso fica escancarado, nesses momentos de catarse, porque não há nada e ninguém na direita brasileira para substituir o mais pilantra, o mais totalmente vigarista, o mais corrupto dos herdeiros do corrupto, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é trouxa de entregar a rapadura nas mãos de gente que não tenha o seu sangue, que ele controle, como controla os filhos com mãos de ferro. Ele sabe que. se isso acontecer, sua degola é automática.

O problema da direita, então, não é o Bolsonaro, como gostam de mistificar a falência da direita, a direita puiu, evaporou por conta própria. Bolsonaro é somente o último dos restos mortais dos neoliberais tecnocratas, que fazem aquela conta tirando o lápis de trás da orelha como uma magnífica lista de custos em que, tudo o que for para o pobre, para o trablhador, é rabiscado no balcão.

Por isso, o universo político da direita está manco e amarratodo diante do tombo recente de Flavio Bolsonaro.

Não há discurso possível para tirar dos próprios fundilhos um candidato que o neoliberalismo pode cavalgar a pelo.

Trcísio, pintado com asas de ganso pela mídia de mercado, perdeu o prazo. E mesmo enfeitado para se vender como alternativa da direita para o governo de São Paulo, está perigando de tropicar e Haddad lhe tratorar.

Seja como for, o bafio que exala da campanha de Flavio seja o de corrupção,  envolverndo Vorcaro e o Master, somado ao entreguismo vira-lata para os EUA, que não para levar tranco da China na disputa pela hegemonia do mercado mundial, tem tudo para seguir a própria sentença natural dos vigaristas, vendilhões e trapaceiros, dividindo farelo com os bacorinhos que sobraram da suposta direita tradicional, como Caiado e Zema.

Fim, fora, fu! Inimigos do povo brasileiro.


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Política

Propostas de Flávio Bolsonaro entregariam áreas estratégicas do Brasil para Trump

Abertura comercial, apoio às Big Techs, terras raras e submissão militar estão entre os anúncios do bolsonarismo

O governo de Donald Trump passaria a ter influência decisiva em alguns dos setores mais estratégicos do Brasil, caso o senador Flávio Bolsonaro vença a eleições de 2026. O pré-candidato da extrema direita brasileira sinalizou, em diferentes discursos e posicionamentos, que, se eleito, irá alinhar a política externa do país plenamente aos interesses dos EUA.

O resultado, segundo observadores, diplomatas e fontes em Washington, seria um potencial abalo na soberania do país e uma das guinadas mais profundas da estratégia internacional do Brasil. A constatação é de que, baseado em declarações e sinalizações por parte de Flávio, áreas como segurança, terras raras e comércio passariam uma revisão completa em 2027.

Nos últimos dias, diante do abalo que as tarifas americanas representou para sua própria candidatura, Flávio Bolsonaro se apressou em se distanciar da decisão da Casa Branca e até escreveu uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, pedindo que as taxas não sejam aplicadas. Mas o que ele vem prometendo, publica e privadamente, vai na direção contrária.

Big Techs
O bolsonarismo encampou a luta de Trump contra qualquer moderação nas redes sociais, com o falso argumento de que estaria havendo uma censura nas plataformas. O motivo principal, porém, é o temor da extrema direita americana e dos donos das grandes redes sociais de que uma democracia da dimensão da brasileira comece a colocar limites para o poder e influência das Big Techs.

Não se trata apenas de interesses comerciais. Para observadores, essas empresas hoje são arsenais fundamentais para o movimento ultraconservador e autoritário.

Submissão militar
A influência, porém, não seria apenas virtual. Ao deixar o Salão Oval, ainda em maio, o pré-candidato se apressou em declarar que informou ao chefe da Casa Branca que o Brasil passará a fazer parte do Escudo das Américas, uma aliança militar criada por Trump com o objetivo declarado de submeter o Hemisfério aos seus interesses. Em uma recente declaração, o Departamento de Guerra chegou a alertar que a segurança dos EUA e a segurança do continente americano seriam equivalentes.

O conceito foi interpretado por estrategistas como uma sinalização de que, na Casa Branca, a percepção é de que uma intervenção em qualquer região é justificada, do ponto de vista de defesa nacional. Mesmo que isso signifique a violação da soberania de um país.

Ao longo dos últimos meses, Washington se apressou em fechar acordos militares e permitir que suas forças e agentes secretos tenham imunidade para operar em diversos países da região.

O anúncio de Flávio Bolsonaro, portanto, coloca toda a estrutura de segurança nacional sob o manto do interesse dos EUA. Pelo pacto, governos receberam dinheiro e até equipamentos americanos. Mas terão de abrir mão de parte de sua soberania e se comprometem a não permitir que rivais – Rússia, China ou Irã – tenham qualquer acordo naquela região.

Presença no território
Outra transformação viria da classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas. Hoje, a decisão se limita aos EUA. Mas, se vencer, Flávio Bolsonaro irá também declarar o crime organizado dentro dessa nova categoria. Membros da Abin que conversaram com a reportagem apontam que, neste caso, ele abriria todos os canais oficiais para que o governo norte-americano possa agir – inclusive com a presença da CIA em território nacional.

Terras Raras
O pré-candidato também já foi explícito sobre dar amplo acesso aos EUA na exploração de terras raras. O Brasil, até agora, se recusou a fazer parte de uma coalizão que criaria uma espécie de reserva de mercado aos americanos na exploração de recursos naturais na América Latina. Pelo pacto, os “parceiros” se comprometem a fornecer minérios críticos apenas para os EUA.

Algum nível de processamento poderia ocorrer no Brasil. Mas o alinhamento com os americanos significa que o país estaria comprometido com o fortalecimento do setor militar dos EUA – que depende de terras raras – e passaria a construir uma relação de profunda dependência.

Comércio e Pix
No setor comercial, o pré-candidato também deu sinalizações importantes sobre o caminho que ele irá tomar, principalmente diante das tarifas que podem ser aplicadas contra o Brasil. Ao sair do Salão Oval, ele afirmou que, em 2027, Trump não teria a necessidade de taxar os produtos brasileiros e que ele estaria disposto a “negociar”.

Não se exclui nem mesmo a abertura do mercado nacional para outros serviços americanos que possam competir contra o sistema do Pix, alvo de ataques da Casa Branca

Fontes do atual governo que participam de negociações com os EUA constatam que, por meses, o governo Trump colocou exigências e condições que representariam concessões completas por parte do Brasil, sem contrapartidas.

No setor privado, a fala de Flávio foi recebida com cautela, principalmente por parte de segmentos da economia preocupados com uma eventual abertura à concorrência americana.

Votos na ONU
Nos organismos internacionais, a tendência seria também a de rever os votos do Brasil em temas tradicionais. Já sob Jair Bolsonaro, o Itamaraty abandonou anos de uma posição com uma coerência de décadas para votar ao lado dos EUA em temas como Israel, Cuba, aborto e todos os temas envolvendo gênero.

Dentro do Itamaraty, a avaliação é de que a volta do bolsonarismo uma vez mais representaria um sequestro da Casa de Rio Branco e o fim de uma plena autonomia internacional do país.

*Jamil Chade/ICL

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