Categorias
Uncategorized

No próximo domingo será celebrada a missa de 7º dia do bolsonarismo

Vida que segue!

Muita gente, ainda apegada aos votos que o bolsonarismo conseguiu na eleição presidencial, tenta fazer uma espécie de vaquinha política com os esqueletos do movimento, na esperança de herdar alguma coisa de um cadáver que já não tem mais o que oferecer.

O resultado é patético.

O culto ao bolsonarismo, a essa altura, não tem qualquer importância. Sobretudo para aqueles que se apresentam como aliados, mas que, na realidade, estão apenas esperando a oportunidade de ocupar o espaço deixado pelo clã. Tarcísio de Freitas é um exemplo emblemático. Todos sabem que, enquanto mantinha o discurso de lealdade, trabalhava politicamente para o próprio futuro e, no mínimo, não tinha interesse algum em socorrer Flávio Bolsonaro em São Paulo.

O restante é o espetáculo deprimente de uma extrema direita que começa a devorar a si mesma. Malafaia, percebendo que não herdará o espólio político do bolsonarismo, já resolveu chamar os filhos do antigo chefe de jumentos, imprestáveis, despreparados e tudo aquilo que antes parecia inconveniente dizer em público.

É a família política se desmanchando diante dos próprios olhos, enquanto os supostos aliados disputam os pedaços do que sobrou.

O fato é que o último ato da candidatura de Flávio Bolsonaro, que já não consegue mobilizar sequer a própria extrema direita como antes, está marcado para domingo. Será o momento de colocar a última pá de cal sobre o projeto político do clã Bolsonaro.

A partir de segunda-feira, muda o jogo. Os oportunistas deixam de olhar para o passado e começam a disputar o futuro. Tarcísio, governadores, caciques do Centrão e os antigos devotos do bolsonarismo já estão de olho em 2030.

Afinal, para essa gente, nunca foi uma questão de fidelidade, princípios ou projeto de país. Foi sempre uma questão de poder.

Domingo, a missa de sétimo dia. Na segunda, começa a disputa pelo espólio. E 2030 é logo ali!


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com qualquer valor. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Laudo da defesa de Vorcaro aponta 999 arquivos modificados, o que pode beneficiar Moraes no STF

Perícia identifica registros de alterações posteriores à apreensão do celular; eventual anulação de provas dependerá de avaliação judicial

Um laudo contratado pela defesa do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, apontou registros de modificação em 999 arquivos de seu celular após a apreensão do aparelho. As inconsistências identificadas pela análise podem fundamentar questionamentos sobre a validade das provas utilizadas nas investigações e, eventualmente, beneficiar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

O documento também identificou 657 arquivos com registros de modificação em 18 de novembro de 2025, data da prisão de Vorcaro, além de 94 imagens com registros de criação posteriores à apreensão. Apesar dos resultados, a perícia não conseguiu comprovar adulteração deliberada do conteúdo nem determinar a origem das alterações.

A principal limitação da análise está no material disponibilizado aos advogados. O exame foi realizado sobre um arquivo no formato UFDR, contendo informações previamente extraídas, processadas e organizadas pela Polícia Federal (PF). A defesa não recebeu os dados brutos do aparelho, o que impede comparar diretamente o material analisado com os registros originais.

Essa circunstância dificulta a identificação de eventuais mudanças ocorridas entre a extração dos dados e sua disponibilização para análise. Sem essa comparação, não é possível estabelecer se as diferenças encontradas resultaram de procedimentos técnicos, de alterações em arquivos ou de alguma intervenção externa.

“A ausência de elementos que permitam atribuir essas alterações a uma intervenção humana não autoriza, por consequência, classificá-las como automáticas, rotineiras ou inofensivas”, afirma o documento.

A defesa de Vorcaro pretende obter acesso aos dados originais para aprofundar a verificação. A discussão envolve a integridade das evidências digitais e a possibilidade de demonstrar que o conteúdo apresentado aos investigadores corresponde ao material efetivamente armazenado no dispositivo apreendido.

Possíveis consequências para Alexandre de Moraes
A controvérsia pode alcançar elementos utilizados para investigar a relação entre Vorcaro e Alexandre de Moraes. Segundo informações atribuídas à Polícia Federal, o ministro teria recebido pelo menos 52 mensagens do ex-banqueiro.

As comunicações teriam ocorrido por meio de um procedimento específico: Vorcaro escrevia mensagens no aplicativo Notas do iPhone, produzia capturas de tela e encaminhava as imagens pelo WhatsApp, utilizando o recurso de visualização única.

De acordo com os elementos da investigação, as imagens permaneceram armazenadas no aparelho de Vorcaro, permitindo que os investigadores recuperassem parte do conteúdo atribuído às conversas. As respostas do ministro também teriam sido transmitidas por imagens de visualização única.

Moraes nega ter participado das trocas de mensagens divulgadas e classificou os conteúdos como “diálogos fantasiosos”.

A identificação de 94 imagens no formato HEIC com datas de criação posteriores à apreensão do celular poderá alimentar os questionamentos sobre a autenticidade do material digital. Entretanto, o laudo não demonstra que essas imagens correspondam às mensagens atribuídas a Moraes, tampouco comprova que tenham sido produzidas ou inseridas indevidamente depois da apreensão.

O ministro também enfrenta questionamentos relacionados aos vínculos profissionais de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master.

O escritório de Viviane mantinha um contrato de até R$ 131 milhões com a instituição financeira e outro acordo, de R$ 50 milhões, relacionado ao uso de aeronaves.

O caso levou a relação entre Moraes e Vorcaro ao escrutínio público. O ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master no STF, apresentou um pedido de investigação envolvendo Moraes.

A eventual invalidação das provas extraídas do celular poderia atingir elementos usados para sustentar suspeitas relacionadas ao ministro. Essa possibilidade, contudo, depende de comprovação de irregularidades relevantes e de uma decisão judicial.

Quando provas digitais podem ser anuladas
A legislação brasileira estabelece limites para a utilização de provas obtidas ilegalmente. O artigo 157 do Código de Processo Penal determina que evidências produzidas em violação às normas constitucionais ou legais não podem ser admitidas no processo.

O dispositivo também alcança provas derivadas de elementos ilícitos, princípio conhecido como teoria dos frutos da árvore envenenada. A regra impede que informações obtidas de maneira irregular sejam utilizadas como fundamento para a produção de novas evidências.

A aplicação desse entendimento, entretanto, não é automática. A legislação prevê exceções, inclusive quando não existe relação causal entre a prova ilícita e a evidência posteriormente obtida ou quando esta poderia ser alcançada por uma fonte independente.

No caso do celular de Vorcaro, a análise contratada pela defesa ainda não comprova que os dados tenham sido manipulados. Segundo o 247, a identificação de registros temporais posteriores à apreensão constitui um elemento a ser esclarecido, mas não é suficiente, isoladamente, para determinar a nulidade das provas.

A avaliação judicial deverá considerar a integridade dos arquivos, a documentação dos procedimentos de coleta e processamento e a possibilidade de verificar a origem das informações utilizadas pelos investigadores.

A defesa busca justamente o acesso ao material original para examinar essas questões. Caso sejam identificadas irregularidades capazes de comprometer a confiabilidade ou a legalidade das evidências, os advogados poderão sustentar pedidos de invalidação.

Até a divulgação das informações, a Polícia Federal não havia apresentado esclarecimentos sobre a existência de arquivos com registros de criação ou modificação posteriores à apreensão do celular.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com qualquer valor. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

 

Categorias
Política

Embaixada dos EUA contraria Trump e chama vitória de Lula de “definitiva”

A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília classificou como “definitiva” e “surpreendente” a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de domingo (25). O relatório diplomático, enviado ao Departamento de Estado na segunda-feira (26), contrasta com as críticas do presidente Donald Trump ao processo eleitoral brasileiro. Com informações da Folha de S. Paulo.

O documento afirma que observadores internacionais não apresentaram dúvidas sobre o resultado e registra que Lula superou o senador Flávio Bolsonaro (PL) por cerca de 4,4 milhões de votos. A representação americana descreveu a votação como majoritariamente pacífica, apesar de problemas de transporte e acesso a seções eleitorais em regiões do Nordeste e do Sul.

A embaixada também abordou a extensão do horário de votação por duas horas, autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, após dificuldades relatadas no dia do pleito. A medida se tornou o principal argumento de Flávio para contestar a derrota.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral indicaram que apenas 34 mil votos foram computados depois das 17h, incluídos os eleitores que já aguardavam na fila. O total equivale a aproximadamente 0,03% dos votos e não teria capacidade de alterar o resultado, segundo o relatório.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que a ampliação do horário não exerceu influência significativa sobre a vitória de Lula. De acordo com o DCM, o relatório acrescenta que as duas campanhas haviam pedido ao tribunal uma solução diante dos obstáculos enfrentados por eleitores.

As missões internacionais consideraram mal administrada a comunicação sobre a mudança de horário, porque algumas seções não receberam a determinação a tempo. Ainda assim, os observadores da Organização dos Estados Americanos disseram não ter “nenhuma dúvida sobre os resultados” e avaliaram que a eleição ocorreu de forma organizada.

Após a apuração, Lula discursou em São Paulo, prometeu governar para todos os brasileiros e agradeceu a mobilização de idosos e jovens. O documento registra que lideranças conservadoras reconheceram publicamente a vitória do petista, enquanto integrantes do PL demonstraram reservadamente preocupação com uma possível crise política causada pela contestação de Flávio.

Trump voltou a atacar a eleição nesta quinta-feira (29), embora tenha dito que pretende conversar com Lula. “Vou falar com ele, mas acho que a eleição no Brasil foi uma vergonha”, afirmou. Até então, o governo americano não havia enviado uma mensagem formal de congratulações, e o Departamento de Estado confirmou a concessão de vistos para Flávio Bolsonaro e seus familiares, após o senador chegar a Miami na quarta-feira (28).


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Vídeo – “Covarde”: da janela de seu apartamento na Barra, RJ, médico detona fuga de Flávio e tem luz cortada

O médico Marcelo Messender, de 48 anos, teve a energia do andar cortada pela administração de seu condomínio após discursar contra a fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo a Folha de S.Paulo. Morador da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ele usou uma bateria de lítio para manter o microfone e a caixa de som funcionando e continuar as críticas ao senador.

A manifestação ocorreu na noite de terça-feira (27), quando circulavam notícias sobre a saída do candidato derrotado do Brasil. Da cobertura onde mora, o oftalmologista chamou Flávio de “covarde” e “pusilânime”. Também criticou Jair Bolsonaro pela condução da pandemia de Covid-19.

O discurso provocou aplausos e reações hostis. De acordo com a reportagem, um morador o ameaçou por mensagem e um grupo tentou entrar no condomínio. A Polícia Militar foi acionada, mas os agentes não entraram no prédio. A Folha procurou a administração por telefone e não obteve resposta.

Mesmo após o corte de energia, Messender continuou com o equipamento alimentado pela bateria e encerrou a manifestação às 21h59. Ao dar boa-noite aos vizinhos, disse que respeitaria o horário de silêncio. A nutricionista e jornalista Karine Barbosa, que mora em outro edifício, gravou as cenas. DCM.

Veja:

“Posso ter incomodado, passado um pouco. Mas todo mundo estava muito mais incomodado com a ideia de vivenciar uma ditadura. Flávio nunca foi uma pessoa democrática”, afirmou o médico à Folha. Ele disse que sua oposição à família Bolsonaro se aprofundou durante a pandemia, quando trabalhou na linha de frente em hospitais do Rio e de São Paulo.

Messender também havia se manifestado no sábado (24), véspera do segundo turno, quando tocou jingles de Lula e músicas de provocação a Flávio. Pelos dois episódios, recebeu duas multas de R$ 400. “Vou pagar sem problemas, estou tratando como uma taxa pelo direito de exercer a individualidade”, declarou.

A crítica à fuga foi acompanhada de uma cobrança sobre a palavra do senador. “Ele disse que não sairia do país e foi embora. É atitude de uma pessoa que não poderia concorrer ao cargo de presidente”, disse Messender. Flávio desembarcou em Miami com a família na quarta-feira (28), após deixar o Brasil sem entregar os passaportes exigidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Trump recua diante da dimensão internacional da vitória de Lula e abandona o golpismo bolsonarista

Percebendo que, no cenário internacional, ficou pequeno diante da dimensão política alcançada por Lula, Trump parece ter entendido que alimentar o golpismo de Flávio Bolsonaro seria apostar em uma aventura de alto custo e retorno incerto. Diante de uma força política que ultrapassou as fronteiras brasileiras, o presidente norte-americano teria preferido não atiçar as pulgas magras do bolsonarismo, cada vez mais confrontadas com a dimensão internacional que a vitória de Lula representa.

O que está em jogo vai muito além de uma disputa eleitoral brasileira. É o significado político de uma vitória conquistada em meio à pressão de adversários nacionais e internacionais, de setores da extrema direita e de poderosos interesses econômicos e midiáticos. Uma vitória que, na interpretação de seus apoiadores, reafirma a capacidade de Lula de ocupar um lugar central no debate mundial, contrariando aqueles que apostaram no isolamento de seu governo e na força de seus adversários.

No futuro, a documentação histórica permitirá dimensionar melhor o impacto desse confronto sobre a imagem internacional de Lula. Será possível investigar como se articularam os interesses, as pressões e as estratégias de seus adversários e até que ponto o resultado eleitoral alterou o cálculo político de lideranças estrangeiras que apostaram no fortalecimento da direita brasileira.

Para compreender a dimensão desse embate, é preciso colocar no mesmo balaio político, ainda que com responsabilidades e atuações distintas, Donald Trump, Benjamin Netanyahu, Jair Bolsonaro, Javier Milei, Marco Rubio, a Meta, as grandes empresas de tecnologia, as bets e os setores econômicos e midiáticos que se opõem ao projeto político de Lula.

Não se trata de afirmar que todos atuaram de maneira coordenada, mas de reconhecer que a disputa brasileira está inserida em um cenário internacional marcado pelo avanço de movimentos de extrema direita, pela influência das plataformas digitais e pelo poder dos grandes interesses econômicos sobre o debate público.

É justamente nesse contexto que a vitória de Lula ganha significado para seus apoiadores: ela representa a sobrevivência de um projeto político que enfrentou adversários poderosos e manteve capacidade de mobilização dentro e fora do Brasil.

A euforia internacional em torno desse resultado, onde efetivamente se manifestou, merece ser compreendida para além da celebração imediata. O tempo, os documentos e os fatos revelarão o alcance dessa disputa e o lugar que ela ocupará na história política contemporânea.

Porque uma eleição não termina na apuração das urnas. Seus efeitos continuam nas relações internacionais, nos cálculos dos governos, nas estratégias dos grupos econômicos e na disputa pela interpretação da história.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Rato comendo rato: Clã Bolsonaro foi miseravelmente traído por Tarcísio em entrevista ao Estadão como novo líder da extrema direita e candidato à Presidência em 2030

A política da extrema direita virou um banquete de traições, no qual os aliados de ontem já disputam o espólio de amanhã. Tarcísio de Freitas, que construiu sua trajetória política sob a sombra do bolsonarismo, agora se movimenta para ocupar o espaço de liderança da extrema direita, mirando a Presidência da República em 2030.

Ao se apresentar, segundo essa leitura, como uma alternativa para liderar o campo bolsonarista, Tarcísio expõe a contradição de um grupo que sempre exigiu fidelidade absoluta, mas que, diante da perspectiva de poder, vê seus próprios integrantes calcularem os próximos passos sem esperar a autorização do clã.

É o velho espetáculo da direita devorando a própria direita. Bolsonaro ajudou a construir uma força política baseada na lealdade pessoal, no culto à família e na pretensão de monopolizar a representação conservadora. Agora, o projeto enfrenta uma questão incômoda: quem ficará com os votos, os aliados e a herança política do bolsonarismo quando seus próprios quadros começarem a disputar o comando?

Tarcísio parece olhar para além do clã. E, nessa disputa, a fidelidade de ontem pode se transformar na rivalidade de amanhã.

No fim, fica a velha metáfora, fruto de uma moral elástica: rato comendo rato, enquanto cada um tenta garantir seu lugar no banquete do poder.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Apoie o Antropofagista hoje com qualquer valor

O apoio dos nossos leitores via PIX, é fundamental para manter a independência e a qualidade do jornalismo.

O Antropofagista valoriza a liberdade de expressão e o compromisso com a verdade, sem influências externas que possam comprometer a imparcialidade das notícias.


Apoie com qualquer valor
PIX: 65725972704 e 24981274823
Agradecemos aos nossos leitores


 

Categorias
Política

Guaidó brasileiro: Flávio Bolsonaro se autoproclama presidente dos “Estados Unidos do Brazil”

O senador Flávio Bolsonaro (PL) se autoproclamou nesta quarta-feira presidente eleito do “Estados Unidos do Brazil”, apesar de ter perdido a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma declaração divulgada nos Estados Unidos, ele alegou sem apresentar provas que houve “fraude eleitoral” no processo brasileiro.

Flávio afirmou dirigir-se “ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. O texto substituiu uma entrevista coletiva que ele concederia na manhã de quinta-feira, em Miami.

O candidato derrotado recebeu mais de 59 milhões de votos no último domingo. Depois do resultado, deixou o Brasil e foi para os Estados Unidos, onde divulgou a manifestação, segundo o DCM.

Na declaração, o senador agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao presidente argentino, Javier Milei. Flávio disse que os dois colaboraram com a operação que permitiu sua saída do país incógnito.

O senador não apresentou evidências de que a decisão tenha alterado o resultado da disputa. A extensão do horário buscou assegurar que eleitores afetados pelos problemas de transporte pudessem votar.

Paulo Figueiredo, aliado de Flávio Bolsonaro, divulgou a declaração à imprensa. O texto passou a circular antes da coletiva inicialmente prevista para Miami.

Na manifestação, Flávio Bolsonaro também se comparou a Rui Barbosa, político e diplomata brasileiro que viveu entre 1849 e 1923, e ao general Charles de Gaulle, ex-presidente da França.

É para gargalhar.

Confira a íntegra do documento e ria à vontade:

Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.

Antes de mais nada, queria agradecer ao Presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao Presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O Presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão.

Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno.

Uma decisão do STF, tomada por cima da competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas. Eleitores ficaram submetidos a regras diferentes. Até agora, o TSE se limitou a defender a prorrogação do horário e não há sequer uma única resposta crível. E as nulidades não são o único problema. Ao longo de toda a campanha, houve abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição. São fatos graves, expressamente vedados por lei, que justificam a cassação da chapa Lula-Alckmin.

A resposta do regime ao meu questionamento veio rápida. Como num plano previamente elaborado, sete minutos após essa repugnante fraude eleitoral, o juiz, implicado em um imenso escândalo de corrupção, diretamente citado no inquérito que usou para tentar sequestrar meus passaportes, e que muito provavelmente estaria preso, se eles não tivessem impedido a minha posse, pôs em andamento a máquina de perseguição política do regime. Sendo impedido de origem e completamente suspeito para iniciar qualquer procedimento judicial contra mim, a sua mera participação em atos processuais mostra o tamanho da arbitrariedade e ilegalidade em andamento.

Não era minha intenção deixar minha pátria, mas eu sei exatamente onde isso vai dar. Isso é o manual clássico de qualquer golpe de Estado. A perseguição política que começou com meu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e se espalhou para milhares de outros brasileiros patriotas comuns e até mesmo cidadãos americanos, tem um único objetivo: silenciar qualquer pessoa que não concorde com o regime de exceção instaurado no Brasil, através de uma Suprema Corte aparelhada pela organização criminosa petista.

Para deixar claro, não existe nenhum mandado de prisão contra mim, porque eu não cometi nenhum crime. O que existe é uma caça às bruxas politicamente motivada, que visava me colocar como refém e objeto de chantagem para proteger os juízes corruptos da Suprema Corte do impeachment. Eis o roteiro da perseguição: apreensão de passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão domiciliar, julgamento de fachada e, finalmente, condenação política.

Não vou submeter minha família a isso e meu país não merece passar novamente por este vexame internacional. Diante da instrumentalização política da Justiça no Brasil, trouxe minha família para os Estados Unidos, onde estamos em segurança. Agradeço, mais uma vez, ao Presidente Trump e ao governo americano por nos acolherem e nos darem a segurança jurídica que não temos mais no Brasil.

Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece, pois calado, preso e censurado, como meu pai está, eu não poderia ser essa liderança e seríamos entregues ao teatro institucional de uma oposição castrada e controlada pela Suprema Corte repleta de serviçais do regime.

Não sou o primeiro a ter que lutar pelo próprio país longe dele. Rui Barbosa foi para o exílio por enfrentar o arbítrio de Floriano Peixoto e de lá seguiu defendendo a lei e a liberdade. Charles de Gaulle liderou a França Livre a partir de Londres, condenado à morte pelo regime de Vichy, e voltou para libertar o seu país. José Martí organizou a luta pela independência de Cuba a partir de Nova York. Na Venezuela, Juan Guaidó e Edmundo González tiveram que deixar o país por enfrentar a ditadura chavista, e María Corina Machado, mesmo perseguida, se recusou a legitimar a fraude e se tornou um símbolo mundial da resistência democrática. Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentavam. A história os chamou de outra coisa.

Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania. Vocês que almejavam a mudança, e eu não vou abandoná-los, eu serei a voz e a liderança livre da nossa nação.

Às instituições brasileiras, faço um apelo: essa sandice precisa acabar. O Brasil vive hoje um caos jurídico, de corrupção e de perseguição política, em que a oposição tem medo de falar e a família de um ex-presidente é tratada como inimiga do Estado. Nenhuma nação consegue viver em paz ou prosperar assim. Ainda há tempo de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e devolver aos brasileiros a confiança que perderam.

À comunidade internacional, peço: não normalizem o que está acontecendo no Brasil. O que acontece hoje no meu país não é normal e não pode ser tratado como normal.

Aos senadores, deputados e governadores que ajudei a eleger, e em especial ao meu candidato à presidência do Senado, Rogério Marinho: sei que hoje vocês não têm a liberdade necessária para o pleno exercício da atividade política. Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr.

E a você, que votou em mim e sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos. Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos, para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil. Peço a cada um que permaneça firme e jamais desista.

Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros. Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre. E esse dia vai chegar.

Que Deus abençoe o Brasil.

Flavio Bolsonaro


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Fuga de Flávio com cidadania italiana provoca pedido de investigação na Itália

Saída do senador do Brasil repercute entre parlamentares italianos e amplia questionamentos sobre possível favorecimento aos filhos de Bolsonaro

A fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil provocou reação política na Itália e levou o deputado Angelo Bonelli, da Aliança dos Verdes e da Esquerda, a cobrar uma investigação sobre possíveis privilégios na concessão da cidadania italiana ao senador e a seus irmãos Eduardo e Carlos. Nesta quarta-feira (28), o parlamentar acionou os ministros das Relações Exteriores e do Interior para esclarecer se os filhos de Jair Bolsonaro furaram a fila de espera pelo documento europeu. A iniciativa ocorre após Flávio deixar a Argentina em um avião privado cujo manifesto de passageiros o identifica como cidadão italiano.

A movimentação do senador levou para o debate político italiano uma questão que já vinha sendo levantada por Bonelli: como três integrantes da família Bolsonaro conseguiram obter a cidadania em poucos anos, enquanto milhares de brasileiros descendentes de italianos enfrentavam esperas superiores a uma década?

O manifesto de passageiros obtido pelo ICL Notícias registra Flávio com a nacionalidade “ITA” e um número de passaporte. A aeronave, operada pela empresa argentina Baires Fly S.A., partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, com destino declarado a Guayaquil, no Equador. A lista também inclui a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro, e suas duas filhas, identificadas como brasileiras.

O documento demonstra que Flávio foi registrado como cidadão italiano na viagem, embora não permita confirmar, isoladamente, qual passaporte ele apresentou às autoridades migratórias.

Filhos de Bolsonaro conseguiram cidadania enquanto milhares aguardavam na fila
Na interpelação apresentada nesta quarta-feira, Bonelli recupera informações fornecidas pelo próprio governo italiano em respostas anteriores ao Parlamento.

Flávio e Eduardo solicitaram a inclusão na lista de espera da Embaixada da Itália em Brasília em 2020. Em 2023, ambos já haviam obtido a cidadania. Carlos concluiu o procedimento em 2024, mas o governo italiano nunca informou quando ele apresentou sua solicitação.

A rapidez dos processos é o centro do questionamento.

Segundo a interpelação, a embaixada italiana em Brasília suspendeu as convocações para reconhecimento da cidadania em agosto de 2018, embora continuasse recebendo inscrições. Em novembro de 2022, ainda estavam sendo chamados requerentes cadastrados quatro anos antes.

Naquele mesmo mês, Flávio e Eduardo compareceram pessoalmente à embaixada para cobrar o andamento de seus pedidos. O encontro ocorreu em 8 de novembro, apenas nove dias depois da derrota eleitoral de Jair Bolsonaro.

Bonelli quer saber se a visita teve alguma influência na tramitação e se os irmãos receberam atendimento prioritário.

“É necessário verificar se os filhos do ex-presidente Bolsonaro foram convocados respeitando a ordem cronológica da lista de espera ou se receberam tratamento preferencial em relação aos demais requerentes”, afirma a interpelação.

O deputado lembra que, já em 2018, havia mais de 112 mil solicitações de cidadania pendentes no Brasil. Em diversas repartições consulares, os requerentes enfrentavam esperas superiores a dez anos.

O documento exige que o governo informe as datas exatas de inscrição, convocação, entrega dos documentos e reconhecimento da cidadania dos três irmãos. Também solicita a identificação de quantas pessoas inscritas anteriormente continuavam aguardando atendimento quando os filhos de Bolsonaro foram convocados.

Em outro trecho, Bonelli questiona se houve “convocação prioritária ou em desrespeito à ordem cronológica” e, caso isso tenha ocorrido, quem autorizou o procedimento e com base em qual regra.

Deputado italiano Angelo Bonelli

Fuga e investigações brasileiras entram no debate italiano
A preocupação manifestada por Bonelli não se limita à eventual quebra da ordem de atendimento consular. O deputado também relaciona a concessão da cidadania à situação judicial de Flávio Bolsonaro e ao risco de utilização de documentos europeus para escapar de investigações no Brasil.

A interpelação menciona dois inquéritos sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O primeiro, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, envolve suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas a empresas de apostas e plataformas de pagamento associadas ao advogado Willer Tomaz.

O segundo, sob relatoria do ministro André Mendonça, envolve suspeitas relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Bonelli também recupera a antiga acusação contra Flávio por peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro no caso dos assessores de seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O processo foi interrompido após o Superior Tribunal de Justiça anular provas da investigação, sem julgamento do mérito das acusações.

O parlamentar cita ainda o episódio envolvendo a ex-deputada Carla Zambelli, que deixou o Brasil após condenação judicial e invocou sua cidadania italiana.

“A Itália não pode se tornar um refúgio para aqueles que devem responder à Justiça de seu próprio país”, afirmou Bonelli.

A declaração sintetiza a preocupação do deputado com as consequências internacionais da situação judicial de integrantes do bolsonarismo. A cidadania italiana assegura direitos de residência e circulação na União Europeia, mas não impede, por si só, medidas de cooperação judicial ou processos de extradição.

Deputado cobra fiscalização e critica tratamento dado aos Bolsonaro
Bonelli também questiona o contraste entre a rapidez da concessão da cidadania aos filhos do ex-presidente e as restrições adotadas pelo governo italiano em março de 2025.

As mudanças limitaram o reconhecimento da cidadania por descendência e afetaram brasileiros que aguardavam havia anos pelo andamento dos pedidos.

“Há, então, uma hipocrisia insuportável”, declarou o deputado. “Com o decreto de março de 2025, o governo italiano fechou a porta da cidadania para milhares de descendentes de italianos que estavam na fila há anos.”

Bonelli também criticou as relações políticas do bolsonarismo com integrantes da Liga, partido da direita italiana. A interpelação, porém, não apresenta provas de que representantes da legenda tenham interferido na tramitação dos processos.

Além de exigir explicações sobre a fila, o parlamentar solicita que os ministros avaliem a abertura de uma fiscalização administrativa para verificar a regularidade dos procedimentos adotados pela embaixada em Brasília.

O documento pede expressamente uma “verificação de inspeção sobre a regularidade dos procedimentos adotados para os filhos do ex-presidente Bolsonaro, como garantia da igualdade de tratamento entre todos os requerentes”.

A iniciativa não significa que uma investigação já tenha sido instaurada. Até o momento, também não há comprovação de que Flávio, Eduardo ou Carlos tenham recebido tratamento privilegiado.

O governo italiano deverá esclarecer se houve alguma exceção às regras consulares, quem eventualmente a autorizou e por que os três irmãos conseguiram concluir seus processos enquanto outros descendentes de italianos permaneciam na fila.

“A lei deve ser igual para todos: para os pobres coitados que esperam há dez anos e para os filhos dos poderosos”, concluiu Bonelli.

*Cleber Lourenço e Jamil Chade/ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Uncategorized

Flavio não fugiu de uma ditadura, mas de uma democracia

Há uma diferença fundamental entre fugir de uma ditadura, onde os direitos são esmagados, e deixar um país governado por instituições democráticas, onde a lei e a Justiça devem valer para todos. A democracia não é uma ameaça a quem respeita suas regras; é justamente o sistema que garante direitos, liberdades e o devido processo legal. Ambos fugiram da justiça, já que cometeram diversos crimes.

A pergunta que fica é inevitável: se alguém se apresenta como defensor da liberdade, por que trataria a democracia como um lugar do qual é preciso escapar?

Democracia não é salvo-conduto para ninguém, tampouco instrumento de perseguição. É o compromisso de que ninguém está acima da lei e de que divergências políticas devem ser resolvidas dentro das instituições, não pela intimidação, pela ruptura ou pela fuga das responsabilidades.

Quem defende a democracia precisa demonstrar isso na prática — sobretudo quando as regras deixam de lhe ser convenientes.

Que fique claro, nem Eduardo, muito menos Flavio Bolsonaro fugiram de uma ditadura, mas de uma democracia plena, tanto que os dois mantiveram seus mandatos como deputado e senador.

Flavio disputou com Lula a Presidência da República, vernceu no primeiro turno e perdeu no segundo, democraticamente. Portanto, são dois fugitivos da justiça brasileira e traidores da pátria.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?